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Porto Alegre, sexta-feira, 30 de novembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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Edição impressa de 30/11/2018. Alterada em 30/11 às 01h00min

Confiança de Serviços é a maior desde abril

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 5,1 pontos na passagem de outubro para novembro, para 93,4 pontos, na série com ajuste sazonal, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado representa o maior patamar desde abril de 2014, quando estava em 95,9 pontos.

Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,5 ponto, mantendo o sinal positivo pelo quarto mês consecutivo.

"O avanço significativo da confiança em novembro está intimamente ligado à melhora das expectativas empresariais que, por sua vez, parece refletir os efeitos do resultado do processo eleitoral", avaliou Silvio Sales, consultor do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), em nota oficial.

De acordo com Sales, essa melhora no ânimo das empresas, no entanto, não altera o fato de os indicadores de confiança permanecerem ainda na faixa abaixo dos 100 pontos, o que significa, conforme ele, dizer que há o predomínio de respostas negativas sobre o ambiente de negócios.

"A confirmação da melhora na curva de confiança do setor estará, provavelmente, condicionada ao andamento do processo de transição para o novo governo", afirmou.

Em novembro, houve melhora na confiança em 85% das 13 principais atividades pesquisadas. O Índice de Expectativas subiu 8,3 pontos em novembro, para 99,4 pontos, maior nível desde de fevereiro de 2014.

A alta do IE foi a maior desde o início da série histórica da pesquisa, em junho de 2008. Houve contribuição do item que mede a tendência dos negócios, com avanço de 8,3 pontos, e do componente sobre a demanda prevista, que subiu 8 pontos.

Já o Índice da Situação Atual (ISA-S) cresceu 1,8 ponto em novembro, para 87,7 pontos, o maior nível desde outubro de 2014. A maior contribuição foi do item que mede o grau de satisfação com o volume de demanda atual, que avançou 2,4 pontos no mês, para 88,2 pontos.

O componente que mede o ímpeto de emprego cresceu 5 pontos na passagem de outubro para novembro. O percentual de empresas que informaram planejar cortes de pessoal nos próximos três meses apresentou o menor nível desde setembro de 2014.

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