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Porto Alegre, quarta-feira, 31 de outubro de 2018.
Dia das Bruxas.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Edição impressa de 31/10/2018. Alterada em 31/10 às 09h55min

Economia prevista com o novo horário de verão é pequena

Consumidor já está adquirindo hábitos de uso mais conscientes

Consumidor já está adquirindo hábitos de uso mais conscientes


Marcelo Camargo/ABR/JC
Jefferson Klein
Começa a zero hora do próximo domingo e se estenderá até às 23h59min do dia 16 de fevereiro de 2019 a nova edição do horário de verão, quando os relógios devem ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Distrito Federal. Mais curta dessa vez, devido às eleições, a medida representará uma pequena economia nas três maiores concessionárias de energia do Rio Grande do Sul. A CEEE-D estima uma redução de 0,50% no consumo em sua área de abrangência, contra 0,18% da RGE e 0,13% da RGE Sul.
Na concessão da CEEE-D, que atende a 72 municípios, de acordo com o diretor de Distribuição do grupo, Daniel Vargas de Farias, a economia representa algo como se fosse tirado do sistema um município com cerca de 33 mil habitantes, semelhante a Santa Vitória do Palmar, durante o período que permanecer o horário de verão. Farias comenta que o percentual de redução é menor do que em anos anteriores, entre outros motivos, por causa do menor prazo de duração deste horário de verão.
Na edição passada, o período estendeu-se de 15 de outubro até 17 de fevereiro. Do ponto de vista de segurança do abastecimento energético, o diretor da CEEE diz que o horário de verão não chega a ser imprescindível. Porém, ressalta que a medida, pelo seu caráter de preservação ambiental e economia, mesmo que pequena, é vista com bons olhos.
Sobre a perspectiva da qualidade do fornecimento de energia durante o verão, época em que tradicionalmente cresce a demanda com o intensivo uso de aparelhos de ar-condicionado, Farias adianta que é esperado um atendimento tranquilo na área da CEEE-D. O mesmo é dito na abrangência da RGE e RGE Sul.
Quanto ao horário de verão, a redução de 0,18% projetada com a medida no consumo total dos 255 municípios atendidos pela RGE significa um volume suficiente para abastecer a uma cidade do porte de Caxias do Sul por um dia ou de Passo Fundo por quatro dias. Na RGE Sul, a estimativa é de uma diminuição de 0,13% no consumo de energia elétrica nas 118 cidades da sua área de concessão, o suficiente para abastecer um município como São Leopoldo ou Santa Maria por dois dias.
O coordenador do Programa de Eficiência Energética da RGE, Odair Deters, confirma que a redução do consumo de energia com o horário de verão deste ano será menor do que em outras ocasiões. Além da questão das eleições, Deters argumenta que o consumidor já vem adquirindo hábitos mais conscientes quanto ao uso da energia e usado equipamentos mais eficientes como lâmpadas de led.
A respeito da demanda de energia, a estimativa de economia da CEEE-D também é de 0,5% Já para RGE, no período de pico, há a expectativa de uma queda de 3% na demanda e na RGE Sul, de 3,4%. Enquanto o consumo é o uso da energia por um determinado período de tempo mais longo, uma hora ou um mês, por exemplo, a demanda é o consumo em um determinado instante e o seu pico é quando a energia está sendo mais utilizada.
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Comentários
Eloy Santos 31/10/2018 09h35min
Possuímos mais de 14:00 de luz do dia. Economia burra e mínima. Mais atrapalha o nosso corpo e cria transtornos e custos em empresas e área de TI. Espero que o novo governo acabe com o horário de verão.