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Economia

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Agronegócios

Edição impressa de 19/10/2018. Alterada em 19/10 às 01h00min

Colheita do trigo se inicia no Rio Grande do Sul com preocupações sobre qualidade do grão

Produtividade da cultura está em torno de 2.900 quilos por hectare

Produtividade da cultura está em torno de 2.900 quilos por hectare


/EMATER/DIVULGAÇÃO/JC
Com 10% da área de trigo já colhida no Rio Grande do Sul, as produtividades situam-se ao redor dos 2.900 quilos por hectare, com qualidade entre regular e boa. De acordo com a Emater, as chuvas recorrentes e os dias nublados trazem apreensão aos produtores, que receiam perdas em qualidade do produto com a maior exposição do grão em maturação à umidade ambiente.
Essas condições também têm provocado a ocorrência de giberela e brusone, doenças que tendem a diminuir a produtividade das lavouras e a depreciar a qualidade dos grãos colhidos. "Espera-se que durante o final desta semana a colheita se intensifique e seja possível observar, com maior precisão, os danos ocorridos", destaca o diretor técnico da Emater, Lino Moura.
As lavouras de canola do Estado estão em maturação dos grãos e colheita. Caso as condições do tempo permitam, a colheita deve finalizar em algumas regiões, como Noroeste e Missões. No Planalto Médio, a colheita deverá iniciar nos próximos dias. No Noroeste, as últimas áreas a serem colhidas têm apresentado grande debulha das síliquas, o que pode diminuir a rentabilidade das lavouras. A cultura apresenta bons índices de aceitação pelos produtores, pois com preços iguais aos da soja, ela promove boa rentabilidade e diversifica a propriedade.
Em relação às lavouras de verão, a semeadura do milho avançou pouco e atinge 55% da área plantada no Estado. Atualmente, 98% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e 2% entrando na fase inicial de floração. No geral, as lavouras expressam bom estado fitossanitário e bom desenvolvimento vegetativo, com as plantas apresentando tonalidade verde escuro e atingindo porte considerado satisfatório.
Na soja, a semeadura segue lenta, em função das chuvas ocorridas em áreas mais ao Norte do Rio Grande do Sul. Mesmo assim, cerca de 60 mil hectares já estão plantados, principalmente nas Missões e no Noroeste. A expectativa é que a prática se intensifique na última semana de outubro e no início de novembro.
O feijão 1ª safra é semeado em várias regiões produtoras. No Baixo Vale do Rio Pardo, a semeadura foi concluída e no Alto da Serra do Botucaraí e Centro-Serra, segue em ritmo normal. No Litoral Norte, a implantação das lavouras já ultrapassa os 60% da área estimada. No Alto Jacuí e Noroeste Colonial, o feijão está em desenvolvimento vegetativo.
 
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