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Porto Alegre, segunda-feira, 01 de outubro de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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Tecnologia

Edição impressa de 01/10/2018. Alterada em 01/10 às 01h00min

TD Tour mostra às empresas como pensar negócios na forma digital

Palestrantes destacaram necessidade de mudar as mentalidades

Palestrantes destacaram necessidade de mudar as mentalidades


/INTRODUCE/DIVULGAÇÃO/JC
Paulo Serpa Antunes
Mais de duas centenas de executivos e profissionais de áreas como Tecnologia da Informação (TI), marketing e recursos humanos de diversos municípios gaúchos fizeram uma imersão de um dia na sexta-feira (28), na serra gaúcha, buscando formas de repensar suas áreas de ação e empresas em uma era na qual a tecnologia torna negócios consolidados obsoletos, ao mesmo tempo que cria a todo momento diversas novas oportunidades. Este foi o tema do TD Tour - Transformação Digital na Prática, promovido em Caxias do Sul pela empresa do setor de TI Introduce e pela TD.
Ao longo do evento, exemplo de negócios disruptivos, novas tecnologias e a apresentação de cases procurou trazer ideias para que as empresas passem a pensar suas operações já neste cenário de digitalização. "A gente tenta usar a mesma estrutura, jogar para o digital nossos negócios com algumas adaptações. Mas isso não é mais possível", advertiu Mário Neto, da TD, em uma das primeiras palestras do dia.
No evento, os participantes repetiam, quase como um mantra, que focar no digital não é uma questão de adotar tecnologias, mas de mudar a mentalidade das pessoas que fazem as organizações. Ou mudar o mindset, adotando a terminologia em inglês.
Para isso, algumas empresas estão criando a figural do CDO (Chief Digital Officer), um executivo que chega com a missão de promover mudanças culturais nas corporações, conectar diferentes áreas e implantar ferramentas de colaboração, entre outras funções. Outro caminho é a incorporação ou fomento de startups - como forma de acelerar os processos de inovação em grandes empresas. Rafael Prikladnicki, diretor do Tecnopuc, defendeu a adoção das metodologias ágeis, nascidas na área de TI para acelerar os processos de desenvolvimento de software, de forma a criar uma cultura ágil nas organizações.
Rodrigo Koetz, da Teevo, aproximou o conceito de Indústria 4.0 do público, observando que, na prática, a nova fronteira da indústria ainda não faz parte da realidade das empresas. "A quarta revolução é um ponto no horizonte perseguido pelas empresas", afirmou.
Alguns cases de transformação digital foram apresentadas no evento. Fernando Gonçalves, da Imobiliária Prolar, de Caxias do Sul, mostrou como a empresa vem inovando no mercado imobiliário, extrapolando o que se espera de uma empresa do setor.
Através do app para smartphones Prolar, chamado pelo executivo de "Uber de serviços", a empresa tem conectado consumidores de Caxias do Sul com fornecedores de serviços selecionados, como eletricistas e encanadores. Os serviços podem ser orçados e agendados pelo aplicativo por qualquer pessoa, e não apenas para os locatários dos imóveis da Prolar. A empresa também tem feito parcerias e mesmo investido diretamente em startups do setor imobiliário, embarcando novos produtos e serviços em sua atividade. 
 
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