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Porto Alegre, sexta-feira, 21 de setembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Edição impressa de 21/09/2018. Alterada em 20/09 às 22h24min

Empresa lança kit de estudo para as fontes renováveis

Estudantes utilizam solução que permite simular, em menor escala, a produção de eletricidade

Estudantes utilizam solução que permite simular, em menor escala, a produção de eletricidade


/ISMAEL STEFFEN/DIVULGAÇÃO/JC
Jefferson Klein
Com o crescimento das energias renováveis, também aumenta a necessidade do desenvolvimento de conhecimento nesse segmento. Observando o potencial do mercado, o Centro Industrial de Equipamentos de Ensino e Pesquisa (Cidepe), empresa de Canoas, lançou, em setembro, um kit de equipamentos para o estudo dessa área.
O gerente comercial da companhia, Jorlei Weiss, detalha que o produto consiste em um kit didático de análise de conceitos das diferentes formas de geração de energia renovável (hidrelétrica, eólica e solar). O executivo acrescenta que se trata da simulação, em menor escala, da produção dessas energias, com circulação de água (para a hidreletricidade), com um pequeno aerogerador (para a eólica) e um painel fotovoltaico (para a solar). São avaliadas questões como geração, distribuição, eficiência, consumo, tensão, corrente elétrica, frequência etc.
"São analisadas as vantagens e desvantagens dessas fontes, os danos para o meio ambiente, como funciona uma turbina, tudo isso o aluno vai estudar no conceito e realizar diversas ações práticas que trabalham esses temas", frisa o gerente comercial do Cidepe. Geralmente, são equipamentos leves, que cabem em uma bancada de laboratório. A versão completa do kit, englobando as três fontes, tem um custo de aproximadamente R$ 27 mil, mas os equipamentos podem ser adquiridos separadamente.
O mercado-alvo dos kits são instituições de educação em geral, tanto as voltadas para o ensino médio como para o superior (que possui uma exigência maior de aferição de dados, envolvendo sensores e dados para computador), assim como escolas técnicas. Weiss adianta que a meta é comercializar essas soluções para os mercados nacional e internacional.
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