Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 13 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

indústria

Edição impressa de 13/09/2018. Alterada em 12/09 às 21h46min

Klabin investe R$ 32 milhões em plantas de pesquisa para desenvolvimento de produtos

Estrutura será implementada na cidade de Telêmaco Borba, no Paraná

Estrutura será implementada na cidade de Telêmaco Borba, no Paraná


/KLABIN/DIVULGAÇÃO/JC
Jefferson Klein, de São Paulo
A companhia Klabin investirá R$ 32 milhões na construção de um parque de 500 metros quadrados que sediará plantas-piloto para o desenvolvimento de pesquisas em novos produtos. A estrutura será implementada na unidade Monte Alegre, na cidade paranaense de Telêmaco Borba, e deverá ser concluída no fim de 2019. Em 2017, o grupo já havia inaugurado um centro de tecnologia nesse município.
A produtora de celulose, papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais fez o anúncio do empreendimento durante a segunda edição do evento Inova Klabin, que se iniciou ontem e será encerrado hoje no espaço Oca do Ibirapuera, em São Paulo. O diretor de tecnologia industrial, inovação, sustentabilidade e negócio de celulose da Klabin, Francisco Razzolini, explica que as plantas-piloto vão possibilitar o aumento da eficiência de produção, a resistência dos papéis e a avaliação de novos usos para a lignina (polímero orgânico que une as fibras da celulose). Trata-se de um projeto que permitirá simular uma unidade fabril, onde serão feitos estudos e testes em frentes de pesquisa como a celulose microfibrilada.
As inovações são consideradas fundamentais para que os produtos derivados da celulose ganhem mais mercados, ocupando espaço de outros segmentos, como o do plástico. Um dos apelos para isso é o argumento ambiental. No Inova Klabin, era possível observar esculturas de animais feitas de papelão e informações em painéis como "até 2025, os oceanos estarão três vezes mais poluídos" ou "são produzidos, em média, 400 milhões de toneladas métricas de plástico comercial por ano". A Klabin prepara, para o início de 2019, um copo de papel cartão biodegradável chamado de KlaCup Bio, sem polietileno.
No Rio Grande do Sul, a Klabin possui planta em São Leopoldo com tecnologia para produção, corte e impressão de papelão ondulado. Questionado sobre novas oportunidades no Estado, o diretor-geral da empresa, Cristiano Cardoso Teixeira, diz que a região está no radar quanto a investimentos para o possível abastecimento de matéria-prima, mas, por enquanto, não há planos sobre o tema. Hoje, Paraná e Santa Catarina concentram os aportes feitos pelo grupo na área florestal.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia