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Porto Alegre, segunda-feira, 10 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Alterada em 10/09 às 16h30min

Eletrobras vai abrir um novo plano de demissão em outubro

Presidente da companhia, Wilson Ferreira Junior indicou que medida pode alcançar 2,5 mil pessoas

Presidente da companhia, Wilson Ferreira Junior indicou que medida pode alcançar 2,5 mil pessoas


MARCELO G. RIBEIRO/ARQUIVO/JC
Estadão Conteúdo
A Eletrobras pretende abrir em outubro um novo plano de demissão consensual (PDC), que pode alcançar cerca de 2,5 mil pessoas, sinalizou o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, durante evento em São Paulo. Ele lembrou que a companhia está neste momento implantando em todo o grupo o sistema SAP e o Centro de Serviços Compartilhados (CSC), que vão exigir um menor número de funcionários quando estiverem plenamente em operação.
"Eles têm um nível de produtividade pretendida, e neste nível de produtividade poderemos ter até 2,4 mil funcionários a mais do que precisamos", explicou o executivo a jornalistas. "A tecnologia que é mais avançada, a padronização de processos e a organização dos processos vão permitir ao grupo Eletrobras como um todo, não só a holding, reduzir em torno 2,4 mil empregados", acrescentou.
Questionado sobre a estimativa de custos com esse novo programa de demissões, o executivo reiterou uma expectativa anterior de R$ 1 bilhão com a redução do quadro de funcionários. Ele lembrou que o programa de demissões incentivadas já aprovado poderia ser reaberto várias vezes ao longo do ano. No início do ano foi feita uma primeira etapa do PDC, já encerrado e que recebeu adesão de um número menor de funcionários do que o inicialmente previsto. "Entendemos que tínhamos de avançar em algumas implantações de sistemas e do centro de serviços, além da mudança da companhia, que ocorre no mês que vem, e isso obviamente precipitou tudo isso", disse.
Ferreira Junior lembrou que quando chegou à Eletrobras, em 2016, a companhia contava com 24 mil funcionários e é possível que a estatal encerre o ano com apenas 12 mil. A projeção leva em conta que até 6 mil estão nas distribuidoras do grupo, que estão sendo vendidas, e outros mais de 5 mil estão deixando a companhia em programas de demissão e de aposentadoria incentivada.
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