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Porto Alegre, segunda-feira, 03 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 03/09 às 14h00min

Bolsas da Europa fecham sem sinal único com emergentes, Brexit e Itália em foco

Estadão Conteúdo
Em dia de baixa liquidez devido a feriado nos Estados Unidos, os mercados acionários da Europa fecharam sem direção única nesta segunda-feira, com economias emergentes em foco ao mesmo tempo em que monitoram questões locais, como o Brexit e a discussão orçamentária na Itália. O índice pan-europeu Stoxx-600 registrou alta de 0,05%, aos 382,46 pontos.
De olho em emergentes, Argentina e Turquia continuaram no radar de investidores europeus. Enquanto em solo latino-americano o governo de Mauricio Macri anunciou um aperto ainda maior nas medidas de ajuste fiscal e garantiu que os novos termos do empréstimo do Fundo Monetário Internacional (FMI) serão anunciados em alguns dias, o Banco Central turco prometeu ajustar sua política na próxima reunião, ainda neste mês.
Diante do cenário de cautela em meio ao risco de contágio, o índice DAX, de Frankfurt, caiu 0,14%, aos 12.346,41 pontos, também de olho nos resultados do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria da Alemanha, que recuou a 55,9 em agosto, queda mais acentuada do que a previsão de 56,1 de analistas.
Ao mesmo tempo, o Ibex 35, de Madri, registrou baixa de 0,24%, para 9.376,10 pontos, e o PSI 20, de Lisboa, recuou 0,23%, aos 5.409,89 pontos.
O índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, liderou os ganhos com alta de 0,97%, influenciado pelo recuo da libra ante o dólar com indefinições sobre o Brexit, que se intensificaram após a confirmação de que o presidente do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), Mark Carney, vai deixar o cargo em 2019.
Disputas internas sobre a melhor forma de realizar a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) também pressionaram a divisa local, depois que o ex-ministro de Relações Exteriores Boris Johnson criticou as propostas da primeira-ministra britânica, Theresa May. Ao mesmo tempo, em solo britânico, o PMI da indústria britânica recuou a 52,8 em agosto, na mínima em 25 meses, ante previsão de 53,7 dos analistas, na leitura da IHS Markit.
Na Bolsa de Milão, em que o índice FTSE MIB ganhou 0,62%, para 20.395,79 pontos, o bom humor dos investidores se seguiu às declarações de membros do governo sobre o Orçamento do próximo ano fiscal.
O ministro da Economia da Itália, Giovanni Tria, disse no domingo que o governo vai honrar seus compromissos com a UE, enquanto o vice-primeiro-ministro italiano, Matteo Salvini, afirmou que o país vai "tocar gentilmente, sem superar" o teto estabelecido pelo bloco europeu para o endividamento público, de 3% do Produto Interno Bruto (PIB).
Em Paris, o índice CAC 40 registrou alta de 0,13%, para 5.413,80 pontos. Investidores também acompanharam os resultados do PMI da indústria da zona do euro, que recuou de 55,1 em julho para 54,6 em agosto, na leitura final da IHS Markit, em linha com a projeção de analistas, além de seguirem monitorando as tensões entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais.
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