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Porto Alegre, sexta-feira, 10 de agosto de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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comércio

10/08/2018 - 16h14min. Alterada em 10/08 às 16h33min

Prefeitura confirma proibição da venda de cervejas por bares na orla do Guaíba

Bares da nova orla poderão vender apenas chope, e não cerveja em latas e garrafas

Bares da nova orla poderão vender apenas chope, e não cerveja em latas e garrafas


MARCO QUINTANA/JC
A prefeitura de Porto Alegre confirmou, nesta sexta-feira (10), que não vai permitir a venda de cerveja nos bares que funcionarão na recém-inaugurada orla do Guaíba. Conforme o vice-prefeito, Gustavo Paim, o edital de licitação para funcionamento dos estabelecimentos no local proíbe a venda da bebida em latas e garrafas, aceitando apenas a comercialização de chope. Paim explica que a medida foi tomada para que se evitasse a geração de resíduos e a sensação de insegurança.
"O local é um parque, um espaço público, e estamos buscando que se utilize corretamente", disse Paim. Conforme o Executivo municipal, a venda de cerveja em latas e garrafas pode produzir lixo indevidamente descartado, causar acidentes e representar perigo para crianças que brinquem na área, em razão dos resíduos gerados.
Segundo o vice-prefeito, nenhuma correção ao edital será feito, visto que não se trata de um erro, mas uma regra pré-determinada. "As empresas foram contratadas de acordo com as regras da disputa da qual participaram, não há equívocos", defendeu Paim. A prefeitura informou ainda que as regras do edital foram de amplo conhecimento dos concorrentes e dos permissionários vencedores. "Tivemos inúmeras conversas com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes [Abrasel], com o Sindicato de Hospedagem, Alimentação de Porto Alegre e Região [Sindha], e não há dúvidas sobre o regramento adotado", disse Paim.
O vice-prefeito informou ainda que a prefeitura faz um controle integrado na área, com diferentes frentes atuando em conjunto - como Guarda Municial, fiscais do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) e da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) - para coibir a atividade de ambulates e garantir a segurança de quem quer aproveitar o local. "A nova orla devolvou a autoestima aos porto-alegrenses, o gosto do cidadão de utilizar os espaços públicos, e queremos garantir que o espaço não seja degradado, mas seja utilizado da melhor forma possível", informou Paim.
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