Porto Alegre, sábado, 14 de março de 2020.
Dia Nacional da Poesia. Dia do Vendedor de Livros.

Jornal do Comércio

Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

mercado financeiro

23/07/2018 - 08h09min. Alterada em 23/07 às 08h09min

Bolsas da Ásia fecham sem sinal único, com questão comercial e iene em foco

As bolsas asiáticas fecharam sem sinal único nesta segunda-feira (23), com a tensão comercial ainda no radar. No Japão, a valorização do iene influenciou negativamente a praça local. Além disso, investidores aguardavam números de uma semana movimentada de divulgação de balanços de empresas dos Estados Unidos.
As bolsas asiáticas fecharam sem sinal único nesta segunda-feira (23), com a tensão comercial ainda no radar. No Japão, a valorização do iene influenciou negativamente a praça local. Além disso, investidores aguardavam números de uma semana movimentada de divulgação de balanços de empresas dos Estados Unidos.
A Bolsa de Xangai fechou em alta de 1,07%, em 2.859,54 pontos. Após o yuan chamar a atenção, na sexta-feira, o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) orientou a moeda para cima nesta segunda-feira pela primeira vez desde 11 de julho. Alguns analistas sugerem o temor de que a China poderia desvalorizar a moeda como maneira de contrabalançar possíveis perdas no comércio com tarifas dos Estados Unidos. O governo chinês, contudo, tem negado essa intenção. A Bolsa de Shenzhen, de menor abrangência, fechou com ganho de 0,53%, em 1.674,73 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,11%, a 28.256,12 pontos. Com isso, a praça local reforçou os ganhos da sexta-feira, após ter chegado a atingir níveis baixos, vistos pela última vez cerca de um ano atrás. Entre os papéis mais negociados, Freeman FinTech subiu 11,88% e Asia Coal teve ganho de 19,15%.
Na Bolsa de Tóquio, o índice Nikkei fechou em baixa de 1,33%, a 22.396,99 pontos. A praça japonesa teve o pior desempenho da Ásia, diante da valorização do iene. A moeda local ganhou força desde a sexta-feira, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reclamar de suposta manipulação cambial pela China e pela União Europeia e em meio a relatos de que o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) poderia ajustar sua política bastante relaxada. Ações de bancos japoneses, porém, tiveram em geral alta, diante das especulações sobre alguma ação do BoJ.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi recuou 0,87% em Seul, a 2.269,31 pontos, batendo mínimas no dia perto do fim da sessão. Samsung teve baixa de 2%, enquanto a fabricante de microchips Hynix recuou 7%. Já Hyundai Motor foi na contramão e avançou 2%.
Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,14%, a 10.946,89 pontos. Taiwan Semi teve nova jornada positiva, em alta de 1,5%, após divulgar balanço na quinta-feira.
Na Oceania, o índice S&P/ASX 200 fechou em baixa de 0,93%, a 6.227,60 pontos. Entre os papéis mais negociados, Norwood Systems caiu 20% e Blackham Resources recuou 5,77%, mas Carnarvon Petroleum avançou 9,09%.