Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 12 de julho de 2018.
Dia do Engenheiro Florestal.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

varejo

Alterada em 12/07 às 09h57min

Vendas no varejo brasileiro recuam 0,6% em maio, diz IBGE

Comércio de combustíveis e lubrificantes está entre as atividades com recuos mais intensos no mês

Comércio de combustíveis e lubrificantes está entre as atividades com recuos mais intensos no mês


MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL/JC
Folhapress
O volume de vendas do varejo brasileiro recuou 0,6% em maio na comparação com abril, praticamente descontando o avanço de 0,7% registrado naquele mês, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)nesta quinta-feira (12). Em relação a maio de 2017, o setor avançou 2,7%. No ano, acumula alta de 3,2%. Já no Rio Grande do Sul, houve uma pequena alta de 0,1% no mês em relação a abril. 
Seis das oito atividades pesquisadas pelo IBGE caíram no mês. Os recuos mais intensos foram observados em livros, jornais, revistas e papelarias (-6,7%) e combustíveis e lubrificantes (-6,1%). Artigos de uso pessoal e doméstico registraram estabilidade.
O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com expansão de 0,6% na base mensal e de 8% no volume anual, foi a atividade que exerceu o maior impacto positivo no desempenho global do varejo.
Segundo o IBGE, esse segmento foi o menos afetado pela paralisação de caminhoneiros, devido, em grande parte, pela comercialização de itens de necessidade básica.
A paralisação de caminhoneiros começou dia 21 de maio e durou 11 dias. Bloqueios em estradas do país levaram ao desabastecimento de alimentos e combustíveis.
"A manutenção da massa de rendimentos reais habitualmente recebida e a redução sistemática da inflação de alimentação no domicílio são fatores que vêm sustentando o desempenho positivo do setor", disse o instituto.
No desempenho regional, as vendas no comércio varejista recuaram em 15 dos 27 locais pesquisados em maio, com destaque para Santa Catarina e Rondônia (ambos com -4,2%), enquanto Amazonas (6,0%) e Roraima (3,2%) registraram os maiores aumentos nas vendas nessa comparação.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia