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Porto Alegre, sexta-feira, 06 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Notícia da edição impressa de 06/07/2018. Alterada em 06/07 às 01h00min

Clima dificulta semeadura das lavouras de inverno

Excesso de chuvas em alguns municípios tem causado lixiviação dos fertilizantes e erosão dos solos

Excesso de chuvas em alguns municípios tem causado lixiviação dos fertilizantes e erosão dos solos


/EMATER/DIVULGAÇÃO/JC

As variações climáticas dos últimos dias dificultam a implantação do trigo no Rio Grande do Sul. Segundo informações da Emater, o cereal está semeado em 88% do total da área prevista para esta safra, cujas estimativas indicam 700 mil hectares.

Na região de Passo Fundo, aproximadamente 85% da área destinada à cultura (50 mil hectares) foi semeada até o momento, faltando os municípios no entorno do município de Lagoa Vermelha. De acordo com técnicos da Emater que atuam na região, a arrancada inicial da cultura não é boa devido ao excesso de chuvas, o que causa lixiviação dos fertilizantes e erosão do solo.

Já na região dos Campos de Cima da Serra, as áreas de trigo implantadas mais cedo apresentam boa germinação, com boa perspectiva de estabelecimento das plantas. Entretanto, segundo os técnicos da Emater, a semana que passou foi de estagnação da semeadura devido à alta umidade do solo.

A cevada está com implantação tecnicamente finalizada no Estado, apresentando boa emergência, boa sanidade e desenvolvimento inicial adequado; a exceção se aplica ao que ocorre em algumas lavouras situadas no Planalto, em decorrência do excesso de chuvas anteriores, que dificultaram a germinação e o aproveitamento dos fertilizantes. Os agricultores estão se mobilizando à procura de fertilizante nitrogenado para aplicação em cobertura.

O clima atual está favorecendo a aveia branca nas áreas de cultivo. O controle de pulgões e plantas invasoras está sendo feito conforme necessidade. Áreas semeadas no pós-safra de soja apresentam crescimento rápido, iniciando a elongação, com as primeiras lavouras implantadas em floração.

Colheita de citros avança no Estado

Na região produtora do Vale do Caí, trabalho é intenso nos pomares

Na região produtora do Vale do Caí, trabalho é intenso nos pomares


/EMATER/DIVULGAÇÃO/JC

A colheita de frutas cítricas chega ao auge na região do Vale do Caí, principal produtora de citros de mesa do Rio Grande do Sul, segundo a Emater. Entre as bergamotas, está chegando ao final a colheita da cultivar Caí e começa a colheita da cultivar Pareci. Neste grupo estão também as cultivares Montenegrina e Montenegrina Rainha, que serão colhidas a partir de agosto. Também está em plena colheita a bergamota Ponkan, cujo preço ao citricultor tem sido superior aos da Caí nos últimos anos, estimulando os citricultores a aumentarem os pomares desta cultivar.

Em relação às laranjas, está em final de colheita a cultivar Céu Precoce e em início a Céu Tardia. A colheita da variedade Shamouti caminha para o final, e a de Umbigo Bahia está finalizada. O preço pago ao citricultor teve redução para todas as cultivares de laranja já em colheita, em decorrência do grande volume de frutas cítricas no mercado. Também começou a colheita da laranja Valência, fruta cítrica com a maior área de cultivo no Rio Grande do Sul. A Valência é destinada à elaboração de suco, tanto nos lares, bares e restaurantes como na indústria.

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