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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de junho de 2018.
Dia da Telefonista.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 29/06 às 08h43min

Petróleo opera sem direção única de olho em riscos de fornecimento e realização

Os preços do petróleo operam sem direção única nesta sexta-feira (29). Enquanto o óleo negociado em Londres segue pautado pelos contínuos riscos de fornecimento na Líbia, no Irã e na América do Norte, o barril do WTI, negociado em Nova Iorque, tem leve queda em meio a realização dos lucros recentes.
Às 8h24min (de Brasília), o barril do petróleo tipo Brent para setembro avançava 1,11% na Intercontinental Exchange (ICE), a US$ 78,47, enquanto o do WTI para agosto caía 0,22% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 73,29.
Os preços do petróleo subiram desde o início da semana, com o WTI e o Brent subindo mais de 7% e 5%, respectivamente.
Os aumentos de preços foram recentemente reforçados por uma disputa na Líbia sobre os direitos de comercialização de petróleo que estão dificultando a capacidade de exportação do país do Norte da África. Na Líbia, o fornecimento de até 780 mil barris de petróleo por dia está em risco, segundo analistas do Commerzbank.
"Essas interrupções no fornecimento não poderiam vir em pior hora dado que existe um déficit de 350 mil barris por dia de abastecimento devido à interrupção de um local importante de produção no Canadá, e dado que os EUA estão colocando pressão sobre países aliados para pararem de importar petróleo do Irã completamente em novembro", de acordo com os analistas do banco. A queda do dólar ante moedas fortes também contribuem para o avanço do petróleo.
A administração Trump esta semana ameaçou sanções aos compradores de petróleo iraniano se eles não cortarem suas importações para "zero" até 4 de novembro.
No mês passado, Trump retirou os EUA do acordo nuclear internacional de 2015 para frear o programa nuclear do Irã, preparando o palco para o restabelecimento das sanções econômicas contra a República Islâmica, com previsão de corte de 2,4 milhões de barris por dia nas exportações de petróleo.
A pressão mais rigorosa dos EUA em seus aliados elevou a perspectiva de que os fluxos iranianos de petróleo poderiam ser ainda mais restritos do que muitos analistas haviam antecipado inicialmente, percepção que tem contribuído para a alta dos preços.
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