Porto Alegre, sexta-feira, 14 de janeiro de 2022.
Porto Alegre,
sexta-feira, 14 de janeiro de 2022.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

gente

- Publicada em 14/01/2022 às 17h52min.

Morre o poeta Thiago de Mello em sua casa em Manaus, aos 95 anos

Ensaísta e tradutor nasceu em 1926 em Barreirinha, no Amazonas

Ensaísta e tradutor nasceu em 1926 em Barreirinha, no Amazonas


MARCELLO CASAL JR/ABR/JC
O Itaú Cultural publicou na tarde desta sexta-feira (14) uma nota de pesar sobre a morte do escritor amazonense Thiago de Mello, aos 95 anos. O poeta e tradutor nascido em 1926 em Barreirinha (AM) faleceu nesta madrugada, em sua casa, em Manaus, de causas naturais. Reconhecido com um dos grandes autores da literatura regional, ele alcançou fama internacional graças a poemas como o clássico Os Estatutos do Homem, escrito em abril de 1964, quando era adido cultural da embaixada do Brasil no Chile e amigo de Pablo Neruda.
O Itaú Cultural publicou na tarde desta sexta-feira (14) uma nota de pesar sobre a morte do escritor amazonense Thiago de Mello, aos 95 anos. O poeta e tradutor nascido em 1926 em Barreirinha (AM) faleceu nesta madrugada, em sua casa, em Manaus, de causas naturais. Reconhecido com um dos grandes autores da literatura regional, ele alcançou fama internacional graças a poemas como o clássico Os Estatutos do Homem, escrito em abril de 1964, quando era adido cultural da embaixada do Brasil no Chile e amigo de Pablo Neruda.
Para o Itaú Cultural, a morte de Thiago de Mello é uma grande perda na cultura brasileira que deve ser suprida pelo seu legado. O verbete dedicado ao poeta e ensaísta amazonense na Enciclopédia Itaú Cultural destaca momentos de sua trajetória, que influenciou diferentes campos da arte, como a música e as artes visuais. “O poder da palavra de Thiago de Mello foi gestado na Amazônia, alcançou todo o Brasil e cruzou fronteiras. Assim, a sua obra e todo o humanismo contido nela, comprovam que a força de nossa diversidade se constrói no conjunto de todas as regiões brasileiras. A nossa cultura perdeu um grande poeta, mas a falta que ele nos fará será suprida pelo legado que nos deixou”, diz Eduardo Saron, diretor da instituição. 
Em matéria da coluna Por aí publicada em setembro de 2020, o site do Itaú Cultural falou sobre a 34ª Bienal de São Paulo e a referência ao poema Madrugada Camponesa, cuja frase “faz escuro, mas eu canto” deu título à exposição. O texto está disponível no link https://www.itaucultural.org.br/secoes/noticias/bienal-paulo-olha-para-escuridao-contemporanea.
Conteúdo Publicitário
Comentários CORRIGIR TEXTO