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literatura

- Publicada em 09/10/2021 às 10h59min.

Intrínseca lança biografia 'Federer: O homem que mudou o esporte'

Christopher Clarey é jornalista especializado em tênis e faz cobertura esportiva há 30 anos

Christopher Clarey é jornalista especializado em tênis e faz cobertura esportiva há 30 anos


INTRINSECA/DIVULGAÇÃO/JC
Em meio às especulações sobre a aposentadoria de Roger Federer, aos 40 anos, que recentemente anunciou o seu afastamento das quadras por conta de uma nova cirurgia no joelho, chega às livrarias brasileiras pela editora Intrínseca uma das mais completas biografias do tenista. Federer: O homem que mudou o esporte (Intrínseca, 432 págs., R$ 69,90 e e-book R$ 46,90, com tradução de Cássia Zanon, Isadora Prospero, Marcelo Schild, Paula Diniz) foi escrito por um dos nomes mais importantes do jornalismo esportivo mundial, Christopher Clarey.
Em meio às especulações sobre a aposentadoria de Roger Federer, aos 40 anos, que recentemente anunciou o seu afastamento das quadras por conta de uma nova cirurgia no joelho, chega às livrarias brasileiras pela editora Intrínseca uma das mais completas biografias do tenista. Federer: O homem que mudou o esporte (Intrínseca, 432 págs., R$ 69,90 e e-book R$ 46,90, com tradução de Cássia Zanon, Isadora Prospero, Marcelo Schild, Paula Diniz) foi escrito por um dos nomes mais importantes do jornalismo esportivo mundial, Christopher Clarey.
Best-seller do The New York Times, a obra apresenta, com riqueza de detalhes, não apenas a brilhante trajetória do esportista, mas revela também a personalidade do ídolo. É a primeira vez que um biógrafo teve acesso tão exclusivo ao atleta, à sua equipe de apoio e às figuras mais proeminentes do tênis, incluindo grandes rivais, como Rafael Nadal, Novak Djokovic e Andy Roddick.
“Segui Federer por seis continentes e o entrevistei mais de 20 vezes ao longo de 20 anos para o The New York Times e o International Herald Tribune. Nossos encontros aconteciam em todo tipo de lugar, de aviões particulares ao fundo da quadra em Wimbledon, da Times Square a restaurantes nos Alpes suíços”, relata o autor.
Ao longo das décadas, Federer fez tudo parecer extraordinariamente fácil: golpes de esquerda milimétricos, direitas deslizantes, smashes no ar e uma capacidade de permanecer no topo por muito mais tempo que outras lendas do esporte. Clarey dá pistas que explicam a longevidade da carreira do tenista: “Vendo Federer permanecer renovado e disposto com mais de 30 anos, contra a lógica e contra os precedentes no tênis, fiquei intrigado ao perceber que sua habilidade de aproveitar o momento se devia, na verdade, à premeditação. Se ele era relaxado e solícito apesar das forças que o puxavam em todas as direções, era porque conhecia a si mesmo e seu microcosmo bem o suficiente para evitar as armadilhas que poderiam apagar sua chama”.
O jornalista mostra como o percurso — de adolescente temperamental com cabelo platinado e gosto duvidoso a um dos maiores, mais elegantes e mais confiantes tenistas da história — foi um longo ato de vontade, não do destino. “Suas habilidades no tênis foram o principal ingrediente de seu sucesso, mas suas habilidades com pessoas também fazem parte da receita. Superestrelas do tênis costumam receber muitos presentes, mas empatia não é um deles. Federer é alguém que se coloca no lugar dos outros, sempre registrando os sentimentos e a energia no estádio, na rua, no ambiente, no assento traseiro de carros”, afirma.
Clarey é jornalista especializado em tênis e cobre o mundo esportivo há quase 30 anos para veículos como The New York Times e International Herald Tribune, atuando como principal correspondente de esportes e colunista de longa data.
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