Porto Alegre, terça-feira, 10 de novembro de 2020.

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exposição

- Publicada em 09h49min, 10/11/2020.

Virtual e gratuito, evento Arte sem Fronteiras começa nesta quinta-feira

 Tema é 'Cartografia e hibridismo do corpo feminino - Representações visuais e afetivas'

Tema é 'Cartografia e hibridismo do corpo feminino - Representações visuais e afetivas'


GRAZIA CAMERANO/DIVULGAÇÃO/JC
Obras como Que nada nos defina (na foto acima), em acrílica e colagem, serão expostas no evento virtual e gratuito Arte sem Fronteiras a partir desta quinta-feira (12). Com curadoria da museóloga Patrícia Brito, a mostra coletiva online é promovida pela Black Brazil Art até 8 de março. 
Obras como Que nada nos defina (na foto acima), em acrílica e colagem, serão expostas no evento virtual e gratuito Arte sem Fronteiras a partir desta quinta-feira (12). Com curadoria da museóloga Patrícia Brito, a mostra coletiva online é promovida pela Black Brazil Art até 8 de março. 
Com o tema Cartografia e hibridismo do corpo feminino - Representações visuais e afetivas, serão apresentadas ainda performances, lives, vídeos, painéis e debates via site do evento. Em 13 encontros ao longo dos cinco meses, serão discutidos temas artísticos voltados à raça e gênero. Com mais de 40 convidados de oito países, a programação é preparatória para a segunda edição da Bienal Black Brazil Art, prevista para 2021.
A programação virtual começa às 19h desta quinta-feira (12), com apresentação da curadora, seguida das performances de Elizia Gomes, Luiza Furtado, Zaika dos Santos e videoarte Mãos lavadas de Fiamma Viola. Uma performance musical de Lizza Dias encerra a noite de abertura.
Na sexta-feira (13), às 19h, será apresentado o painel Onde estão os artistas negros na arte, com a professora e mestre em Antropologia Social Patrícia Alves, uma videoperformance com Letícia Rodrigues e um painel sobre a mulher latina nas artes com a muralista mexicana Áura. No sábado (14), a partir das 17h, haverá um debate sobre literatura e teatro no sistema prisional com Aline Campos, Gih Trajano e Vicente Concílio e performance de Anna Cecília Junqueira e Renata Malachias Tavares.

Para curadora Patricia Brito, conectar artistas de diferentes países e buscar novos mercados são objetivos do evento
Para curadora Patricia Brito, conectar artistas de diferentes países e buscar novos mercados são objetivos do evento
ISIDORO B. GUGGIANA/DIVULGAÇÃO/JC
O Arte Sem Fronteiras foi inicialmente pensado como complemento da primeira Bienal Black realizada em 2019 em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. “Muita coisa mudou desde então. Em primeiro lugar, a Covid-19 transformou a sociedade e seu impacto artístico”, explica a museóloga Patrícia Brito.
“E em segundo, as manifestações por igualdade racial em todo o mundo deixaram marcas, exigindo que fizéssemos a nossa parte”, conclui. Para a curadora, conectar artistas de diferentes países, a maior presença de mulheres e diversidade de raça nas artes, assim como a busca por novos mercados estão entre os objetivos do evento.
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