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televisão

- Publicada em 15h40min, 13/10/2020.

Documentário sobre artista gaúcho Britto Velho estreia no Canal Curta!

'Britto Velho, o pintor das cores impossíveis' será exibido nesta terça-feira (13), às 22h05min

'Britto Velho, o pintor das cores impossíveis' será exibido nesta terça-feira (13), às 22h05min


GILBERTO PERIN E EMERSON SOUZA/DIVULGAÇÃO/JC
O documentário Britto Velho, o pintor das cores impossíveis estreia nesta terça-feira (13), às 22h05min, no Canal Curta!. Dirigido por Gilberto Perin e Emerson Souza, o filme em curta-metragem foi o primeiro da série Acervo Margs, uma realização da Associação dos Amigos do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Aamargs) cujo objetivo é apresentar e homenagear artistas que integram o Acervo Artístico do museu do Rio Grande do Sul. 
O documentário Britto Velho, o pintor das cores impossíveis estreia nesta terça-feira (13), às 22h05min, no Canal Curta!. Dirigido por Gilberto Perin e Emerson Souza, o filme em curta-metragem foi o primeiro da série Acervo Margs, uma realização da Associação dos Amigos do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Aamargs) cujo objetivo é apresentar e homenagear artistas que integram o Acervo Artístico do museu do Rio Grande do Sul. 
O título aborda a vida e obra do artista plástico Carlos Carrion de Britto Velho (Porto Alegre, 1946), destacado pintor, desenhista, gravador, escultor e professor. As reprises do curta na TV ocorrem nesta quarta-feira (14), às 2h05min e às 16hmin; nesta quinta-feira (15), às 10h05min; e no domingo (18), à 01h30min.
Com 17 minutos de duração, Britto Velho, o pintor das cores impossíveis acompanha a trajetória do artista, narrada por ele mesmo. Artista gaúcho de reconhecida trajetória e produção, Britto Velho já apresentou mais 50 exposições individuais no Brasil e no exterior, além de ter participado de diversas coletivas ao longo de sua carreira. Também exerceu a docência em pintura no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, entre os anos 1978 e 1981, e hoje se dedica à sua produção e ao ensino em seu ateliê.
O documentário mostra como se deu o início da carreira de pintor, no período em que morou com a família em Buenos Aires, bem como aspectos de seu processo artístico, as transições que marcaram sua produção e a recorrência do colorido em suas telas. O artista conta, por exemplo, que foi no período da ditadura militar no Brasil que passou a usar tons mais escuros e a dar título às obras, criando a série Reflexões e variações sobre a América Latina, de 1975.
Após essa fase, as cores vibrantes retornaram à sua poética visual, dando vivacidade às figuras de anatomia onírica, cujas formas desconstruídas constituem seu universo imagético. Sobre o futuro, ele declara com entusiasmo: “Eu tenho uma fantasia, no final dos tempos todo mundo vai ser artista!”.
Em julho deste ano, a série Acervo Margs teve prosseguimento com o lançamento do segundo documentário, Luiz Carlos Felizardo, um fotógrafo na estrada (2020), que está disponível para ser assistido em streaming no canal do museu no YouTube.
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