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Porto Alegre, segunda-feira, 23 de dezembro de 2019.

Jornal do Comércio

Cultura

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Audiovisual

Edição impressa de 23/12/2019. Alterada em 23/12 às 03h00min

Produções gaúchas de TV e cinema para 2020 exploram o íntimo dos personagens

Ismael Caneppele, Marina Lima e Andréa Beltrão em Verlust, de Esmir Filho

Ismael Caneppele, Marina Lima e Andréa Beltrão em Verlust, de Esmir Filho


/TUANE EGGERS/DIVULGAÇÃO/JC
Frederico Engel
Tanto nos cinemas quanto na televisão, o Rio Grande do Sul conta com várias produções audiovisuais previstas para 2020, abordando distintas histórias e narrativas. Em muitas delas, a tônica é explorar o íntimo dos personagens.
Tanto nos cinemas quanto na televisão, o Rio Grande do Sul conta com várias produções audiovisuais previstas para 2020, abordando distintas histórias e narrativas. Em muitas delas, a tônica é explorar o íntimo dos personagens.
A Prana Filmes lançará Mudança, do diretor e roteirista Fabiano de Souza. O longa apresenta a história de Caio (Guili Arenzon) e Reinaldo (Gustavo Machado), que embarcam em uma jornada particular pelo seu município. Os dois vivem momentos distintos: enquanto Caio está em sua primeira paixão, Reinaldo deve decidir seu futuro profissional. No meio disso, ambos precisam compreender um ao outro.
Já a Casa de Cinema de Porto Alegre apresenta Verlust, um filme dirigido por Esmir Filho e ambientado no próprio ano de 2020. Na virada do ano, a poderosa empresária musical Frederica (vivida por Andréa Beltrão) chega à praia para dar a festa de Réveillon que todos esperam. Seu casamento com Constantin (Alfredo Castro) está em crise, e isso afeta diretamente a filha adolescente (Fernanda Pavanelli), que está de partida para estudar contrabaixo em um conservatório no exterior. Em meio a tanta pressão, Frederica ainda tem que administrar a vida e a carreira de uma popstar, Lenny (Marina Lima), que decidiu escrever uma obra misteriosa ao lado do escritor João Wommer (Ismael Caneppele). Quando um ser das profundezas do mar encalha em sua praia, a crise se instaura, e Frederica terá que enfrentar seu maior medo: a perda.
Explorando o lado psicológico infantil, Disforia transita pelo real e a imaginação. O filme de Lucas Cassales, que será lançado pela Sofá Verde Filmes e pela Epifania Filmes, acompanha Dário (Rafael Sieg), psicólogo infantil que passa a encarar o passado por conta do que ocorreu com a família de Sofia, que foi sua primeira paciente. Outra produção da Sofá Verde é Via pública, uma minissérie de quatro episódios que está em processo de filmagem por Gabriel Motta e tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2020, pelo Prime Box Brazil.
Para a telinha, a produtora Ausgang promove o lançamento de A bênção. Série para o Canal Brasil, com criação de Frederico Ruas e Leo Garcia, e dirigida por Davi de Oliveira Pinheiro e Emiliano Cunha, a produção é um thriller dramático que busca falar sobre indivíduos que estão envolvidos com uma substância revolucionária que é possível de transformar o mundo. No elenco, Aldria Anunciação, Áurea Baptista, João Campos, Maria Galant, Priscilla Colombi, Rodolfo Ruscheinsky e Werner Schünemann.
Também pela Ausgang, o filme Raia 4 apresenta a história da nadadora Amanda (Brídia Moni), uma pré-adolescente quieta e reservada, que se encontra como pessoa enquanto está embaixo da água, um refúgio para seus segredos não serem ouvidos. Por conta de todos os problemas que começam a se suceder, como a relação conturbada com os pais, as pressões do esporte e da fase da vida, ela fica mais próxima de Priscila, uma colega de equipe. A direção de Emiliano Cunha tem ainda no elenco Arlete Cunha, Fernanda Carvalho Leite, Fernanda Chicolet, José Henrique Ligabue e Rafael Sieg.
Concluindo os destaques está Depois de ser cinza, longa de Eduardo Wannmacher que apresenta três mulheres (Branca Messina, Elisa Volpatto e Silvia Lourenço) com histórias diferentes, tendo em comum o fato de se envolverem em um relacionamento com o mesmo homem, Raul. A partir da visão delas, a trama, com uma estrutura intrincada de idas e vindas no tempo, apresenta a vida do próprio Raul (João Campos). O longa é produção da Pironauta.
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