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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Cultura

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cinema

Edição impressa de 29/11/2019. Alterada em 29/11 às 03h00min

Documentário 'Bixa travesty' busca desconstruir estereótipos

Multipremiado, filme apresenta a história da artista e performer Linn da Quebrada

Multipremiado, filme apresenta a história da artista e performer Linn da Quebrada


/VÁLVULA PRODUÇÕES/DIVULGAÇÃO/JC
O documentário Bixa travesty apresenta a cantora, atriz e performer Linn da Quebrada, que está na busca por descontruir paradigmas e estereótipos. O filme dirigido por Claudia Priscilla e Kiko Goifman venceu prêmios como Teddy Award de melhor documentário no Festival de Berlim, de melhor longa do júri popular e melhor trilha sonora no Festival de Brasília e de melhor direção no Festival de Cartagena. 
O documentário Bixa travesty apresenta a cantora, atriz e performer Linn da Quebrada, que está na busca por descontruir paradigmas e estereótipos. O filme dirigido por Claudia Priscilla e Kiko Goifman venceu prêmios como Teddy Award de melhor documentário no Festival de Berlim, de melhor longa do júri popular e melhor trilha sonora no Festival de Brasília e de melhor direção no Festival de Cartagena. 
A artista é vista como uma expoente da cena musical da cidade de São Paulo. Temáticas atuais buscam ser abordadas no longa de modo original, utilizando do próprio corpo como arte. Para que isso seja retratado, o documentário exibe imagens além de shows e os bastidores, com cenas na casa de amigos e de Linn, em um estúdio de rádio, em banheiros e ruas, no hospital para tratar uma doença, o que coloca a personagem em seus momentos de afetividade e intimidade.
Claudia e Goifman fizeram um convite para a artista ser uma contribuinte criativa na produção, levando até o roteiro ser assinado pelos três. A escolha para isso é justificada por eles considerarem relevante que ela tomasse decisões sobre a obra.
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