Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 04 de outubro de 2019.
Dia do Barman e dia Mundial dos Animais.

Jornal do Comércio

Cultura

COMENTAR | CORRIGIR

Cinema

Edição impressa de 04/10/2019. Alterada em 04/10 às 03h00min

'Domingo' aborda conflitos da burguesia no Brasil

Filme com Camila Morgado e Ismael Caneppele mostra família burguesa no dia da posse de Lula

Filme com Camila Morgado e Ismael Caneppele mostra família burguesa no dia da posse de Lula


ARTHOUSE/DIVULGAÇÃO/JC
Domingo é a primeira colaboração entre Clara Linhart e Fellipe Barbosa como diretores. Com roteiro de Lucas Paraizo, a partir de memórias da infância no Sul do Brasil, o longa acompanha uma família burguesa do interior gaúcho durante um dia emblemático: 1 de janeiro de 2003, posse de Lula como presidente.
Domingo é a primeira colaboração entre Clara Linhart e Fellipe Barbosa como diretores. Com roteiro de Lucas Paraizo, a partir de memórias da infância no Sul do Brasil, o longa acompanha uma família burguesa do interior gaúcho durante um dia emblemático: 1 de janeiro de 2003, posse de Lula como presidente.
Durante a posse do presidente, a casa de campo velha e decadente recebe parentes, agregados e empregados para um churrasco regado a segredos, frustrações e anseios. Este se torna o ponto de partida para a proposta dos diretores e roteiristas de apresentar um retrato da classe burguesa naquele contexto de transição política.
A escolha do momento histórico é justificada pelos realizadores por conta de um novo governo que, no período, representava a antítese dos valores tradicionais burgueses. Em uma das cenas, a matriarca se refere à eleição como uma vingança dos pobres. Não à toa, o relacionamento entre os patrões e os empregados da família acabam sendo um dos pontos de tensão da história.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia