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ARTES VISUAIS

- Publicada em 03h38min, 16/08/2019. Atualizada em 03h00min, 16/08/2019.

Leandro Machado encerra circulação do projeto 'Arqueologia do caminho' na Capital

Artista abre mostra, autografa livro e exibe vídeo documental no MAC-RS no sábado (17)

Artista abre mostra, autografa livro e exibe vídeo documental no MAC-RS no sábado (17)


PAULO CORREA/DIVULGAÇÃO/JC
O artista Leandro Machado encerra, em Porto Alegre, a circulação do projeto Arqueologia do caminho. Depois de estar no Rio de Janeiro, em La Rochelle (França) e em Montevidéu (Uruguai), a exposição terá inauguração no Museu de Arte Contemporânea (MAC-RS), na Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736 - 3º andar), no sábado (17), às 17h.
O artista Leandro Machado encerra, em Porto Alegre, a circulação do projeto Arqueologia do caminho. Depois de estar no Rio de Janeiro, em La Rochelle (França) e em Montevidéu (Uruguai), a exposição terá inauguração no Museu de Arte Contemporânea (MAC-RS), na Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736 - 3º andar), no sábado (17), às 17h.
Além da abertura da mostra de fotografias e materiais coletados nas cidades visitadas, haverá distribuição e autógrafos do livro homônimo, além da apresentação de um vídeo documental sobre conhecimentos adquiridos durante as viagens, com direção, montagem e trilha de Bebeto Alves. A visitação, com entrada gratuita, vai até 22 de setembro.
Curadora da exposição em La Rochelle, Martina Weissgerber afirma: “Suas fotografias são um roaming memorial da identidade do homem em qualquer paisagem, tomada durante uma peregrinação diária. O trabalho de Leandro torna-se ainda mais significativo na atual situação política no Brasil: a Arqueologia do Caminho é um estudo artístico dos restos de uma civilização em perigo de desaparecer”.

Antônio Augusto Bueno, curador das mostras em Porto Alegre, Rio de Janeiro e Montevidéu, destaca: “Além de buscar visibilidade a essas populações/comunidades/lugares, outra potência se configura no fato de agregar pessoas/conhecimentos/experiências, em busca de um pensamento plural. Igualmente percebo a continuidade de um corpo que se move, de um discurso que se adensa, com coerência, poesia, resistência se seguir apostando em suas crenças de negro artista”.
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