Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 26 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Cultura

COMENTAR | CORRIGIR

ACONTECE

Edição impressa de 23/01/2019. Alterada em 23/01 às 11h39min

Centro Cultural da Ufrgs recebe exposição coletiva de artistas

Exposição coletiva 'O fio vermelho' abre hoje à noite no Centro Cultural da Ufrgs

Exposição coletiva 'O fio vermelho' abre hoje à noite no Centro Cultural da Ufrgs


DDC UFRGS/DIVULGAÇÃO/JC
Com curadoria de Rodrigo Núñez, a exposição O fio vermelho: Uma poética revelada pela delicadeza tem inauguração nesta quarta-feira (23), às 19h, no Centro Cultural da Ufrgs (Eng. Luiz Englert, 333). As peças ficam à mostra na Sala Nogueira 105 (térreo), com visitação gratuita até 8 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 19h.
Com curadoria de Rodrigo Núñez, a exposição O fio vermelho: Uma poética revelada pela delicadeza tem inauguração nesta quarta-feira (23), às 19h, no Centro Cultural da Ufrgs (Eng. Luiz Englert, 333). As peças ficam à mostra na Sala Nogueira 105 (térreo), com visitação gratuita até 8 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 19h.
A mostra coletiva conta com trabalhos de Adriana Daccache, Ana Clara Lacerda, Clarissa Faccini, Elisa Ziegler, Ellen Hiromi, Fernanda Puricelli, Luiza Griebeler, Michelle Dona e Yulia Panteleeva. As nove artistas (com passagens pela graduação ou pós-graduação na universidade) têm em sua poética o trânsito entre o bi e o tridimensional do uso do desenho, da pintura, da fotografia, do objeto e da cerâmica.
No texto curatorial, explica-se que a lenda chinesa "Akai ito" ou "fio vermelho do destino" conta que, no momento de nascimento de uma criança, os deuses amarram em seu tornozelo um fio vermelho que a liga à pessoa predestinada a ser sua alma gêmea. Núñez diz que seu trabalho foi o de encurtar as aproximações e revelar os elos invisíveis unindo os trabalhos selecionados.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia