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Porto Alegre, quinta-feira, 09 de maio de 2019.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Edição impressa de 09/05/2019. Alterada em 08/05 às 22h05min

Partidos buscam novos nomes

Os partidos entenderam o recado do eleitorado na última eleição. Por isso, os maiores partidos começam a mudar os nomes das suas siglas. Ficou clara a rejeição à velha política, e a necessidade da comunicação direta com o eleitor. Das 10 maiores siglas no Congresso, pelo menos, cinco já alteraram ou pretendem mudar seus nomes. É a conexão com as redes sociais e a modernidade da comunicação. O PSDB e o MDB, as duas maiores bancadas do Senado, devem seguir o mesmo rumo do que já se antecipou o PFL, agora, DEM. O MDB depois de tirar o P, agora quer ser só Movimento. O PSDB vai decidir a partir de junho, quando os tucanos farão sua convenção nacional. Lideranças do PTB também defendem a troca de nome do partido. Entretanto, boa parte dos deputados acha que não deve se chamar "trabalhista". As bancadas da Câmara e do Senado que sempre caminharam cada uma à sua maneira, agora, juntam sua musculatura para a reforma da Previdência.
Tem que mudar a postura
O deputado federal gaúcho Lucas Redecker (PSDB) afirmou que é uma nova pauta dentro do partido. Na mídia estão falando muito. "Na minha opinião, não adianta os partidos mudarem o nome, tem que mudar é a maneira de fazer política, tem que mudar é a maneira de se posicionar, tem que mudar a postura do partido, e não o nome." O deputado argumenta que "o descrédito dos partidos políticos é gigantesco e, se não mudar a postura, pode mudar o nome 500 vezes que vai continuar com o mesmo descrédito", argumenta.
Corte na educação
Já tarde da noite, a deputada federal gaúcha Fernanda Melchionna (PSOL), comentava nas mídias sociais, na terça-feira, que estava na sessão da Câmara dos Deputados "denunciando o brutal corte de 30% na educação pública por parte do governo Bolsonaro". A parlamentar disse que "o Congresso não pode tratar com normalidade a iminência de fechamento de universidades e institutos federais".
Fenavinho em Bento Gonçalves
Na semana de discussão da reforma da Previdência, e reuniões tensas no governo e no Parlamento, a presença do prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin, acompanhado da imperatriz Bárbara Bortolini e as damas de honra, Sandi Marina Corso e Ana Paula Pastorello, para promover a Festa Nacional do Vinho (Fenavinho), trouxeram um colorido e uma brisa mais leve no pesado ambiente político da Esplanada dos Ministérios e Palácio do Planalto. Convidaram o presidente Jair Bolsonaro (PSL), alguns ministros e congressistas para o evento que, além do fortalecer a vitivinicultura, abre as portas para um maior crescimento econômico do Rio Grande do Sul. A Fenavinho acontecerá de 13 a 23 de junho, junto com a maior feira multissetorial do País, a Expobento, que deve atrair cerca de 400 expositores. Mais de 200 mil visitantes são esperados na Capital do Vinho durante a feira. As bancadas da Câmara e do Senado que sempre caminharam cada uma à sua maneira, agora, juntam sua musculatura para a reforma da Previdência.
 
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