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Porto Alegre, terça-feira, 25 de setembro de 2018.
Dia do Trânsito.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Edição impressa de 25/09/2018. Alterada em 25/09 às 01h00min

Desenvolvimento ou populismo

Em pouco menos de duas semanas, os brasileiros terão que escolher entre dois caminhos: o compromisso com as reformas e a retomada do desenvolvimento ou o já conhecido caminho do discurso, do populismo, do sonho que nunca é alcançado. Qualquer que seja a escolha democrática feita por cada cidadão nas urnas, o Brasil seguirá com mais ou menos problemas. Dois rumos podem conduzir os brasileiros, um em direção ao fortalecimento da democracia e da saúde fiscal do País, tão falada, mas nunca alcançada; e outro, a um passado de tristes lembranças.
Eleitores pessimistas
A maioria dos eleitores vê com pessimismo a eleição. Segundo as últimas pesquisas, 53% dos cidadãos acreditam na inexistência de bons candidatos, ou refutam o discurso de que as mudanças na economia serão positivas. Os eleitores de Fernando Haddad (PT) estão sendo induzidos a acreditar que, como por milagre, do céu cairá uma chuva de fartura e facilidades. Já os eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) acreditam que ele acabará com a bandidagem e a corrupção. A verdade é que a sociedade brasileira está cansada de promessas que não são cumpridas, e essa incerteza de resultado é o pagar para ver se o circo pega fogo. Pelo que se observa na televisão, vontade para isso não falta.
Deputados ausentes
Dos 452 deputados da atual legislatura que estão tentando novo mandato, faltaram, em média, uma a cada quatro sessões em plenário, somando ausências não justificadas e as justificadas, como problemas de saúde, missão oficial ou atividade parlamentar nos estados. O campeão de ausências na Câmara dos Deputados, nos quatro anos de mandato, é o gaúcho José Otávio Germano (PP), com 619 faltas em 854 votações. A justificativa do deputado é que as faltas foram justificadas por questões de saúde. Ele não foi substituído pelo suplente, porque as somas de faltas corridas não atingiram 120 dias, conforme determinam as normas do Legislativo para substituição do parlamentar. Na tarde desta segunda-feira, o Congresso estava praticamente vazio. Nas comissões, algumas salas estavam em reforma, duas sendo utilizadas para reuniões de terceiros; o plenário estava fechado, só um segurança na entrada do Salão Verde. No anexo 4, vários gabinetes de parlamentares fechados.
Igualdade no Mercosul
O movimento dos políticos ligados à Frente Parlamentar do Agronegócio, especialmente os parlamentares do Rio Grande do Sul e do Paraná, é para alterar acordos no âmbito do Mercosul para dar igualdade de competição ao produto nacional. Neste ano, o Brasil vai consumir 11 milhões de toneladas, com a produção interna de 5,2 milhões de toneladas, devendo importar 6,5 milhões de toneladas. O Paraná vai contribuir neste ano com 3,0 milhões de toneladas (400 mil a menos que na safra passada - em 1,1 milhão de hectares) e o Rio Grande 1,1 milhão de toneladas em 682 mil hectares de lavouras.
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