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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Colunas

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Edição impressa de 30/07/2018. Alterada em 29/07 às 23h13min

Não só os políticos

A senadora gaúcha Ana Amélia (PP) comentando pesquisa que mostra a insatisfação da população com os políticos, publicada pela coluna Repórter Brasília, disse que "a credibilidade da classe política está em baixa por causa do envolvimento dos agentes políticos na corrupção, exposta com o desenrolar da Operação Lava Jato". Ela afirmou que "é bom lembrar que não são apenas os políticos que estão envolvidos nesse processo de corrupção. Grandes empreiteiros fizeram parte dessa rede, revelando que a corrupção não tem apenas um lado".
Terceirizar a ética
Na avaliação da senadora gaúcha, "não podemos, também, terceirizar a ética, transferindo apenas para o Congresso Nacional a responsabilidade da ética". Segundo Ana Amélia, "todos os dias, vemos revelações de fraudes e ilegalidades envolvendo várias categorias dos setores público e privado". A senadora argumenta que "é preciso ter em mente que todas as nossas relações, sejam pessoais ou profissionais, devem ser pautadas pela ética. Temos de ter coerência na nossa pregação política e nas nossas atitudes pessoais".
Confundem as prerrogativas
Um parlamentar da bancada evangélica, experiente, fez uma análise para a coluna dos atuais parlamentares do Congresso Nacional. Disse que "25% dos deputados são do bem, capacitados para exercer o mandato em funções até competitivas; 50% são do bem, mas ingênuos e ignorantes no que diz respeito às prerrogativas, e confundem as prerrogativas do mandato". Outros 25%, salienta o deputado, "são capacitados, preparados, sabem muito bem quais as prerrogativas do mandato, competência do Legislativo, porém estão aqui com interesses espúrios".
Os bons se calam
O problema, argumenta o observador, é que os 25% do mal são mais articulados e, como diz o provérbio bíblico, "os filhos das trevas são mais prudentes que os filhos da luz. Daí a corrupção sistêmica implantada no poder público". O deputado conclui: "infelizmente, os bons se calam, e acaba do jeito que está", com um Parlamento desacreditado.
Tucano voou suave em Brasília
O fim de semana foi bom para o pré-candidato Geraldo Alckmin (PSDB). Em Brasília, participou da convenção nacional do PTB, que decidiu apoiá-lo como candidato ao Palácio do Planalto, com o presidente do partido, Roberto Jefferson, anunciando que o ex-governador paulista "é Moisés no deserto a nos guiar à Terra Prometida". E foi além: comparou o tucano a Juscelino Kubitschek e a Getúlio Vargas. Enquanto isso, em São Paulo, a convenção do PSD tirou do páreo seu candidato Guilherme Afif Domingos para declarar apoio a Alckmin. O Solidariedade (SD) seguiu o mesmo caminho. Desistiu da candidatura de Aldo Rebelo (SD) ao Planalto para apoiar o pré-candidato tucano. Ainda em Brasília, o PV ainda pensa se apoia Marina Silva (Rede). O Partido Verde só não quer conversa com Jair Bolsonaro (PSL), mas liberou seus correligionários para fazerem os acordos mais convenientes nos estados.
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