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Porto Alegre, terça-feira, 05 de novembro de 2019.
Dia Nacional da Cultura, Dia do Cinema Brasileiro e Dia do Designer.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 05/11/2019.
Alterada em 05/11 às 03h00min
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Casa Amarela

O imóvel da foto na página 22 do Jornal do Comércio, edição de 21 de outubro de 2019, pertence à família Granata. E, de calendas em calendas, o poder público, através de alguns servidores inescrupulosos, criou um inferno no trânsito no Centro de Porto Alegre há dois anos, com ruas interditadas. Denominada, impropriamente, de "Casa Azul", pois, por quase 80 décadas, ela foi amarela. A verdadeira Casa Azul está localizada na Alberto Bins, esquina Coronel Vicente. Ocorre que uns mequetrefes, querendo comprar o imóvel a troco de bananas, deram com os burros n'água e induziram em erro o Judiciário e o Ministério Público, e este ajuizou duas ações cíveis, uma em 1999, perante a 3ª Vara da Fazenda Pública, e outra em 2010, perante a 10ª Vara da Fazenda Pública. Como se vê, há pouca transparência e muita nebulosidade. O alegado 'risco de desabamento' é por conta desses fiscais, haja vista não terem notado antes. A Prefeitura de Porto Alegre foi intimada a juntar o decreto desapropriatório por, no mínimo, duas vezes. O processo ficou parado por quase dois anos e nada foi apresentado. Está fazendo farra com o dinheiro da família, que foi bloqueado, desnecessária e desproporcionalmente, em favor de uns e em detrimento de outros. Até quando? (Edgar Granata, advogado)
O imóvel da foto na página 22 do Jornal do Comércio, edição de 21 de outubro de 2019, pertence à família Granata. E, de calendas em calendas, o poder público, através de alguns servidores inescrupulosos, criou um inferno no trânsito no Centro de Porto Alegre há dois anos, com ruas interditadas. Denominada, impropriamente, de "Casa Azul", pois, por quase 80 décadas, ela foi amarela. A verdadeira Casa Azul está localizada na Alberto Bins, esquina Coronel Vicente. Ocorre que uns mequetrefes, querendo comprar o imóvel a troco de bananas, deram com os burros n'água e induziram em erro o Judiciário e o Ministério Público, e este ajuizou duas ações cíveis, uma em 1999, perante a 3ª Vara da Fazenda Pública, e outra em 2010, perante a 10ª Vara da Fazenda Pública. Como se vê, há pouca transparência e muita nebulosidade. O alegado 'risco de desabamento' é por conta desses fiscais, haja vista não terem notado antes. A Prefeitura de Porto Alegre foi intimada a juntar o decreto desapropriatório por, no mínimo, duas vezes. O processo ficou parado por quase dois anos e nada foi apresentado. Está fazendo farra com o dinheiro da família, que foi bloqueado, desnecessária e desproporcionalmente, em favor de uns e em detrimento de outros. Até quando? (Edgar Granata, advogado)
Assinatura de jornais
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) lamenta que, assim como agiu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, há poucos dias, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) escolha caminho idêntico, o que significará menos pluralidade e informação profissional para o serviço federal. Mesmo que as assinaturas para governos representem uma receita ínfima para jornais, a livre circulação de notícias e ideias ajuda a construir políticas públicas, a corrigir rumos e aperfeiçoar caminhos na administração pública. (Marcelo Rech, presidente da ANJ)
Déficit fiscal zero
"No longo prazo, estamos todos mortos" (John Maynard Keynes). No acumulado em 12 meses até dezembro de 2018, registrou-se déficit fiscal primário de R$ 108,3 bilhões (1,57% do PIB). No acumulado em 12 meses até setembro de 2019, registrou-se déficit fiscal primário da ordem de R$ 91,4 bilhões (1,29% do PIB). Redução real em relação ao PIB de 17,83%, comparativamente ao acumulado em 12 meses até dezembro de 2018. Nesse ritmo, o Brasil vai levar, no mínimo, mais 3,4 anos para atingir resultado fiscal primário "zero". No acumulado em 12 meses até dezembro de 2018, os juros nominais alcançaram R$ 379,2 bilhões (5,52% do PIB). No acumulado em 12 meses até setembro de 2019, os juros nominais alcançaram R$ 360,0 bilhões (5,10% do PIB). Redução real em relação ao PIB de 7,61%, comparativamente ao acumulado em 12 meses até dezembro de 2018. No acumulado em 12 meses até dezembro de 2018, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 487,5 bilhões (7,09% do PIB). No acumulado em 12 meses até setembro de 2019, o déficit fiscal nominal alcançou R$ 451,4 bilhões (6,39% do PIB). Redução real em relação ao PIB de 9,87%, comparativamente ao acumulado em 12 meses até dezembro de 2018. (Ricardo Bergamini, analista financeiro)
 
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