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Porto Alegre, quarta-feira, 30 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Edição impressa de 31/01/2019. Alterada em 30/01 às 22h51min

Lixo em Capão da Canoa

Com referência à matéria (O grande culpado) na página 3 do Jornal do Comércio de 29/01/2019, digo que faço caminhada sempre às 6h e o pessoal já está fazendo a limpeza. Mas, realmente, a imundície e a falta de educação de alguns de nossos visitantes é gritante, principalmente os jovens no período da noite. Além de deixar toda a sujeira, ainda quebram as garrafas. Isso não acontece só na Beira Mar, também em terrenos baldios e nas laterais das ruas, mas, nesse caso, geralmente são moradores. Nossa Beira Mar está toda remodelada e muito bonita, e não adianta culpar a administração municipal. (Luis Augusto Maciel Fernandes, contador, Capão da Canoa/RS)
Velório do irmão do Lula
Enterrar seus mortos é um direito humano até em guerras e existe desde antes da era moderna. Mesmo assim, não é um direito contemporâneo no Brasil. Direitos humanos para todas as pessoas significa uma postura ética que ainda inexiste na sociedade brasileira. Pode ser Cabral, Eduardo Cunha, Palloci, Leandro Boldrini, João de Deus... Enterrar os parentes é o mínimo de direito à dignidade humana. Além disso, é uma previsão do arcabouço jurídico brasileiro. Apequenam-se e cobrem-se de indignidade a PF e o Poder Judiciário, que proibiram Lula de velar e enterrar o irmão. De consolar e receber consolo. Logística? Absurdo! A PF simplesmente deveria cumprir a ordem, e a Justiça, ordenar o cumprimento, com uso dos meios necessários. Desculpem, mas o caso tem mais ares de humilhação e perseguição odiosa do que precariedade técnica. (José Carlos Sturza de Moraes)
Velório do irmão do Lula II
Por mais que se respeite - e deve-se respeitar - o sentimento de Lula da Silva, esteve certa a juíza da Vara de Execuções Penais de Curitiba, Carolina Lebbos, ao negar o ex-presidente de comparecer ao velório do irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, em São Bernardo do Campo (SP). O aparato da Polícia Federal (PF) no transporte e, mais ainda, na chegada e saída do velório teria que ser muito grande. Manifestações ocorreriam. É triste, mas o risco seria grande. (Marco Antônio de Pádua, Porto Alegre)
Falta de água
Com os termômetros marcando 40° C em Porto Alegre, ruas ficarem por três ou quatro dias sem água é deplorável. O sempre eficiente (antes) Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) deve agir bem rápido nesses casos. (Júlia Marques de Souza)
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