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Teatro

- Publicada em 21/05/2022 às 07h55min.

Torrente verbal

Nany People, no Teatro da Amrigs, em TsuNANY

Nany People, no Teatro da Amrigs, em TsuNANY


LALLY ZWETZCH/DIVULGAÇÃO/JC
Na noite fria de outono porto-alegrense, desta sexta-feira, dia 20, a mineira Nany People varreu o palco da Amrigs, com seu TsuNANY, espetáculo em que narra suas peripécias para chegar ao estrelato do show de entretenimento brasileiro, ovacionada por um público que ama rir de suas tiradas espirituosas e certeiras. Nany People não economiza em palavras de duplo sentido e alguns palavrões que como ela mesma diz, só estão na cabeça de quem ouve. Dona de uma trajetória ímpar na carreira artística, Nany só encontra similar em Paulo Gustavo, no quesito força verbal e raciocínio rápido, e talvez tenha bebido na fonte de Rogéria, outro ícone do showbizz nacional, que, em plenos anos 1970/80, se tornou o travesti da família brasileira, muito antes de qualquer sonho de inclusão e pertencimento. O espetáculo de Nany People é um stand up vigoroso, cheio de ideias, conceitos e piadas que a fazem rir de si própria, um achado do texto que ela derrama com precisão, muitas vezes soterrando a plateia com tanta informação. Ou seja, não dá tempo de se rir ou entender determinadas situações. Com passagens por quase todos os programas de auditório da televisão brasileira, como Goulart de Andrade, Hebe Camargo, Caldeirão do Huck, Adriane Galisteu, Pop Star, A Praça é Nossa, Domingão do Faustão, entre tantos outros, Nany People é o tipo de artista que tem texto pronto, opinião para qualquer assunto, postura cênica invejável, canta, dança e representa, com seu estilo inconfundível, principalmente quando empunha seu leque, objeto cênico indispensável em qualquer aparição sua. Com a plateia cativa, Nany deita e rola no palco vazio, mas faz refletir inclusive sobre o amor, casamento e o sentido da vida. Nany tem cultura, vivência e experiência suficiente para permanecer 1h30min contando sua vida, cheia de altos e baixos, mas repleta de drama e comédia, numa mescla deliciosa de testemunhar. Como ela mesma diz ao final do espetáculo, "uma vida só terá valido a pena se tiver uma boa história para contar". E isso, Nany People tem de sobra. 
Na noite fria de outono porto-alegrense, desta sexta-feira, dia 20, a mineira Nany People varreu o palco da Amrigs, com seu TsuNANY, espetáculo em que narra suas peripécias para chegar ao estrelato do show de entretenimento brasileiro, ovacionada por um público que ama rir de suas tiradas espirituosas e certeiras. Nany People não economiza em palavras de duplo sentido e alguns palavrões que como ela mesma diz, só estão na cabeça de quem ouve. Dona de uma trajetória ímpar na carreira artística, Nany só encontra similar em Paulo Gustavo, no quesito força verbal e raciocínio rápido, e talvez tenha bebido na fonte de Rogéria, outro ícone do showbizz nacional, que, em plenos anos 1970/80, se tornou o travesti da família brasileira, muito antes de qualquer sonho de inclusão e pertencimento. O espetáculo de Nany People é um stand up vigoroso, cheio de ideias, conceitos e piadas que a fazem rir de si própria, um achado do texto que ela derrama com precisão, muitas vezes soterrando a plateia com tanta informação. Ou seja, não dá tempo de se rir ou entender determinadas situações. Com passagens por quase todos os programas de auditório da televisão brasileira, como Goulart de Andrade, Hebe Camargo, Caldeirão do Huck, Adriane Galisteu, Pop Star, A Praça é Nossa, Domingão do Faustão, entre tantos outros, Nany People é o tipo de artista que tem texto pronto, opinião para qualquer assunto, postura cênica invejável, canta, dança e representa, com seu estilo inconfundível, principalmente quando empunha seu leque, objeto cênico indispensável em qualquer aparição sua. Com a plateia cativa, Nany deita e rola no palco vazio, mas faz refletir inclusive sobre o amor, casamento e o sentido da vida. Nany tem cultura, vivência e experiência suficiente para permanecer 1h30min contando sua vida, cheia de altos e baixos, mas repleta de drama e comédia, numa mescla deliciosa de testemunhar. Como ela mesma diz ao final do espetáculo, "uma vida só terá valido a pena se tiver uma boa história para contar". E isso, Nany People tem de sobra. 
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