Porto Alegre, segunda-feira, 13 de setembro de 2021.
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Minuto Varejo

- Publicada em 14h59min, 13/09/2021. Atualizada em 23h12min, 13/09/2021.

Melo vai criar super comitê com representantes de setores econômicos

Melo fez anúncio em comemoração aos 30 anos da Feira no Bom Fim

Melo fez anúncio em comemoração aos 30 anos da Feira no Bom Fim


Mateus Raugust/PMPA/JC
Patrícia Comunello
Porto Alegre vai ganhar em 29 de setembro uma nova estrutura ligada a atividades econômicas que servirá como um braço de consulta e aconselhamento ao prefeito da Capital, Sebastião Melo. No fim do mês, Melo assina decreto que cria o Comitê Municipal de Desenvolvimento Econômico, adiantou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rodrigo Lorenzoni, para a coluna.
Porto Alegre vai ganhar em 29 de setembro uma nova estrutura ligada a atividades econômicas que servirá como um braço de consulta e aconselhamento ao prefeito da Capital, Sebastião Melo. No fim do mês, Melo assina decreto que cria o Comitê Municipal de Desenvolvimento Econômico, adiantou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rodrigo Lorenzoni, para a coluna.
O secretário diz que o órgão será consultivo e deve reunir cerca de 50 entidades ligadas aos mais diferentes ramos de atividades, do varejo à indústria e serviços, além de personalidades da cena empresarial que são referência como lideranças por já terem passagem pelos comandos de empresas ou por estarem envolvidas com ações que busquem melhorar o ambiente para atrair investimentos. 
"Um deles pode ser o Gerdau", cita Lorenzoni, sobre o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, que comandou uma das maiores siderúrgicas brasileiras e ainda liderou a criação de iniciativas como o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e o Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP).
"Vamos ouvir o comitê para direcionar as políticas da área de desenvolvimento", explica.
Na primeira reunião, a equipe de Lorenzoni vai apresentar um diagnóstico da posição da Capital em rankings de competitividade, com foco nas piores colocações que acabam rebaixando a atratividade para empresas e investidores.
"Quem quer investir aqui está olhando para esses indicadores", justifica o secretário.
Uma das apostas para encurtar posições é o projeto enviado à Câmara de Vereadores que acaba com a cobrança da taxa do Alvará, que tecnicamente é a Taxa de Fiscalização da Localização e do Funcionamento (TFLF), tanto para abrir um negócio como para manter. São três medidas já lançadas para reduzir custos das empresas.
As outras duas medidas incluem a redução de 60% na alíquota do Imposto Sobre Serviço (ISS) para o setor, antecipado pelo Jornal do Comércio, que cai de 5% para 2%. O cardápio se completa com a isenção da taxa do uso de espaços públicos para a realização de eventos em que não haja cobrança de ingresso.
Em outro front, o estadual, o secretário de Desenvolvimento, Edson Brum, informou que está montando o Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico, com assento de secretários municipais da área. Uma das medidas já em andamento é a capacitação de servidores que atuam na recepção de empresas nas prefeituras sobre instrumentos e políticas estaduais para auxílio e apoio à atração de negócios.  
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