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Mercado Digital

- Publicada em 25 de Dezembro de 2019 às 17:47

Em 2020, Superplayer mira mercado de podcasts

Goldschmidt aposta no potencial do mercado de podcasts no Brasil

Goldschmidt aposta no potencial do mercado de podcasts no Brasil


NÍCOLAS CHIDEM/JC
Uma das líderes em soluções de música e tecnologia para empresas no Brasil, a gaúcha Superplayer & Co quer construir uma história de sucesso também no mercado de podcasts. “As marcas vão querer entrar no segmento de podcast assim como entraram no YouTube”, projeta o CEO e cofundador startup, Gustavo Goldschmidt.
Uma das líderes em soluções de música e tecnologia para empresas no Brasil, a gaúcha Superplayer & Co quer construir uma história de sucesso também no mercado de podcasts. “As marcas vão querer entrar no segmento de podcast assim como entraram no YouTube”, projeta o CEO e cofundador startup, Gustavo Goldschmidt.
Até então, o Superplayer atuava mais fortemente em dois segmentos: como braço de plataforma de streaming, com a missão de levar a música ideal para cada momento do dia das pessoas, e soluções de sonorização para empresas, situações que já envolviam a produção de alguns conteúdos para as marcas parceiras, como vinhetas. Os clientes, logo começaram a provocar a empresa sobre a entrada no mercado de podcast. “Foi um processo natural”, comenta o gestor. Ele, aliás, tem na ponta da língua os argumentos para essa nova aposta. “Mais de 50 milhões de pessoas consumiram, pelo menos alguma vez , conteúdos em podcasts, e 30% ainda nem sabem o que significa esse termo. Ou seja, além de já ser um mercado grande, tem um espaço gigante para crescer. É a melhor situação para a gente entrar”, analisa Goldschmidt.
Pesquisas mostram que o consumo de podcast se dá, essencialmente, em dois momentos: deslocamento ou durante a realização de tarefas domésticas. “É uma grande tendência as pessoas quererem usar o seu tempo morto não apenas para se divertir mas para se informar e desenvolver novos conhecimentos. Queríamos fazer parte deste movimento”, diz.
O primeiro conteúdo foi lançado em dezembro. É o podcast de histórias infantis chamado Imagina Só. Cada história tem cerca de seis a oito minutos.
“Queremos contar boas histórias e, por isso, nada melhor do que começar com podcasts infantis”, relata. Goldschmidt acredita que, no Brasil, ainda é muito pouco explorada a questão do storytelling em podcast, ao contrário do que acontece nos Estados Unidos, onde eles usam muito a sonorização e outros recursos. “Além de dar um descanso da tela para as crianças, o áudio, assim como o livro, deixa espaço para imaginário, pois não fornece toda informação. Quando falamos em habilidades para o futuro, imaginação e criatividade são essenciais”, destaca.
O Superplayer está se posicionando nesse novo mercado como produtora de conteúdos proprietários e também para ajudar as marcas a produzir e se inserir neste mercado. No caso de quem já produz programas independentes, a ideia é apoiar na distribuição e monetização.
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