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Porto Alegre, quinta-feira, 13 de agosto de 2020.
Dia do Economista .

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quinta-feira, 13 de agosto de 2020.
Notícia da edição impressa de 31/07/2020.
Alterada em 13/08 às 15h21min

Sobrevivência empresarial na pandemia

Globalização, internet, revolução nas comunicações na era da digitalização, período pós-pandemia

Globalização, internet, revolução nas comunicações na era da digitalização, período pós-pandemia


LEITURA XXI/DIVULGAÇÃO/JC
E agora como eu toco meu negócio? (Editora Leitura XXI, 144 páginas, R$ 55,00), do consagrado advogado, publicitário, consultor e escritor Maurênio Stortti, é um fast book que está sendo lançado em momento crucial, quando gestores e empreendedores estão às voltas com os enormes problemas econômicos, financeiros, empresariais e políticos que decorrem da pandemia.
E agora como eu toco meu negócio? (Editora Leitura XXI, 144 páginas, R$ 55,00), do consagrado advogado, publicitário, consultor e escritor Maurênio Stortti, é um fast book que está sendo lançado em momento crucial, quando gestores e empreendedores estão às voltas com os enormes problemas econômicos, financeiros, empresariais e políticos que decorrem da pandemia.
Stortti é autor dos livros Globalização, Mitos e verdades (Senac) e Mercosul: uma nova realidade para pessoas e empresas (Sebrae/PR), consultor há mais de 30 anos de inúmeras empresas nacionais e estrangeiras, da Unido/ONU, do BID e de governos locais e do exterior.
Neste livro escrito no calor da hora, Maurênio, com sua longa experiência, busca responder às questões mais candentes deste quadro inesperado que decorreu da crise sanitária. Primeiramente, o autor analisou as avassaladoras transformações nos planos de gestão econômica nas últimas décadas. Logo após, mergulhou nos impasses desse momento histórico terrível e articulou um conjunto de ideias, reflexões e sugestões sobre o mundo dos negócios no pós-pandemia.
Na apresentação, o grande empresário Luiz Eduardo Batalha, que abriu a Burger King no Brasil, iniciou o cultivo de oliveiras no Rio Grande do Sul e criou a Braspell, escreveu: "Com linguagem leve, Maurênio transforma assuntos complexos em lições simples, baseando-se em pesquisas... Com certeza, este livro nos fará refletir sobre as estratégias e caminhos que teremos de percorrer daqui para frente".
No prefácio, Artur de Aguirre Mendes, CEO da Fairmont Corporate Finance (UK EU) e ex-consultor do Primeiro-Ministro e do ministro da Economia de Portugal, escreveu: "Este livro aponta o caminho e ilumina-o. Contém, implicitamente, uma reação pragmática e inteligente aos sucessivos choques que assistimos diariamente. Atenua os receios e os medos próprios das circunstâncias provocando a coragem dos vencedores e desperta e inspira as mentes de quem não se conforma".
Globalização, internet, revolução nas comunicações na era da digitalização, período pós-pandemia, futuro dos negócios e os profissionais, empresas e empreendedores do futuro estão nessa obra ousada e oportuna.

A Revolução dos Bichos em Brasília

Nos últimos tempos, a realidade em Brasília deu para imitar a ficção internacional. O clássico, imortal romance, A revolução dos bichos (no qual um grupo de animais se insurge contra os humanos), de George Orwell, de 1945, e best-seller da lista da Veja, está tendo uma espécie de revival no Planalto Central.
No ano passado, um cavalo assustado, não se sabe direito com o quê, tentou atrapalhar a posse de Bolsonaro, marchando de ré diante do Rolls Royce presidencial. Esses dias, um cachorro, não se sabe se portador de ideologia definida, andou mordendo a mão direita do ministro Paulo Guedes. Uma cobra naja picou a mão de um estudante de Veterinária, que a mantinha em cativeiro ilegal, mas quem disse que serpentes não podem andar soltas na Corte?
Agora esse lance da ema com o Bolsonaro. Antes de mais nada, quem me conhece sabe que sou filho da dona Emma, italiana, mas é com dois emes, e, assim, já vou avisando que não tenho nada a ver com a ema do Palácio da Alvorada e não quero trocadilhos infames.
O presidente foi alimentar a ema com ração e ela o bicou. Conta uma antiga lenda, não se sabe se verdadeira, que as emas foram as primeiras a habitar o Planalto Central e são as legítimas donas do pedaço. Ema é a maior ave das Américas, tem grandes asas que não usa para voar, só para se equilibrar e mudar a direção quando corre. Ema gosta de comer frutas, sementes, folhas de grandes árvores, lagartos, moscas que sobrevoam carniça, cobras, moluscos (opa!), peixe e outros bichos. O que é o estudo, não é? Cronista de vez em quando é tipo Google ou Enciclopédia Britannica, para dar uma ilustrada em seus sete ou oito fiéis e queridos leitores.
Bom, mas uns disseram, de brincadeira, que a ema que bicou o presidente não quis aceitar um certo remédio que ele queria dar. Matéria polêmica. Outros disseram que a tal ema está cheia, cansada de comer ração e, brasiliense de carteirinha, preferia traçar caviar beluga, prosciutto crudo Pata Negra, risoto de faisão com trufas brancas, lagosta de cauda hiper-king, vinho estrangeiro premiado, filé mignon de boi japonês massageado e outros acepipes e iguarias caríssimos.
Dizem que, nos inícios de Brasília, a ordem era não dar alimentos exóticos e caros para as emas e outros bichos, que deveriam ficar só na ração básica. A ema bicadora parece que pretende mudar as coisas e dizem até que ela andou lendo o romance de Orwell na edição original, em francês e em alemão, para cotejar com tradução brasileira. Não duvido de mais nada.
Eu, da minha modesta parte e dentro aqui do meu quadradinho, já não entendo mais nada, no meio de tantas fakenews, versões e reversões e desisti de saber o que é verdade, o que é mentira e o que é verdade e memória inventada. Pilatos perguntou para Jesus Cristo Nosso Senhor o que era a verdade e ele respondeu com um silêncio eloquente. Quem sou eu para até tentar dizer o que seja a verdade, qualquer verdade. Me poupem. A mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer, disse o Mario Quintana e fico com ele. Poetas são as antenas da raça, sabem mais, enxergam mais longe.

A propósito...

Falando sério, diz que a ema em questão pretende papar as iguarias caras, e em troca, oferece apoio. Mas não é acerto fisiológico, tipo toma lá, dá cá. Segundo a assessoria de imprensa da ema, a composição se dará dentro do campo estritamente democrático, em torno de princípios e conteúdos programáticos bem definidos e de interesses sobejamente nacionais. A ema informou, também, que não pretende juntar-se a outros bichos para provocar qualquer espécie de desestabilização de caráter institucional e que sua rebeldia não guarda relação com a história romanesca de Orwell, que deve permanecer tão somente nos domínios do reino da ficção. (Jaime Cimenti)

Lançamentos

  • Nós somos o clima - salvar o planeta começa no café da manhã (Editora Rocco, 288 páginas, R$ 45,88), do celebrado romancista Jonathan Safran Foer, conta histórias aparentemente desconectadas, mas focadas na crise ambiental. Apresenta estatísticas e projeções e convida os leitores a agir para tornar o mundo melhor.
  • Caiu na rede. E agora? (Editora Évora, 170 páginas, R$ 59,90), de Patrícia B. Teixeira, diretora da WePlan Before, em segunda edição, retoma o debate essencial sobre as crises nas redes sociais, envolvendo opinião pública, fakenews, reputação, gestão de risco e como elaborar um plano de gestão de crise.
  • Trânsito (Todavia Livros, R$ 47,00, 200 páginas) é o segundo volume da trilogia que consagrou Rachel Cusk. Trata da vida de uma escritora recém-divorciada que se muda para Londres com seus dois filhos pequenos. Transições morais, artísticas, pessoais e pragmáticas ocorrerão, na batalha pela construção da nova realidade familiar.
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