Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 17 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 17/01/2020.
Alterada em 17/01 às 03h00min
COMENTAR | CORRIGIR

Frases e personagens

O salário-mínimo é pouco para quem recebe e muito para quem paga, diz Bolsonaro

O salário-mínimo é pouco para quem recebe e muito para quem paga, diz Bolsonaro


/Isac Nóbrega/PR/Divulgação/JC
"O salário-mínimo é pouco para quem recebe e muito para quem paga. A Venezuela, modelo para o PT, acaba de reajustar o salário-mínimo em 66%, ou seja, US$ 3,70, o equivalente a R$ 15,00." Jair Bolsonaro, presidente da República.
"O salário-mínimo é pouco para quem recebe e muito para quem paga. A Venezuela, modelo para o PT, acaba de reajustar o salário-mínimo em 66%, ou seja, US$ 3,70, o equivalente a R$ 15,00." Jair Bolsonaro, presidente da República.
"Entre as medidas da Regra de Ouro estão a redução de incentivos fiscais, a suspensão de repasses ao BNDES, cortes de gastos com publicidade e venda de ativos e bens públicos. A dívida pública do País já chegou a 80% do PIB. Em 2019, o governo teve de pedir ao Congresso R$ 248 bilhões para equilibrar as contas públicas." Pedro Paulo (DEM-RJ), deputado federal, autor da proposta.
"Regra de Ouro prevê medidas para gerar receitas e conter despesas, entre elas, a redução da jornada de trabalho e do salário de servidores. A proposta prevê 20 medidas para conter despesas e outras 11 para gerar receitas." João Roma (Republicanos-BA), deputado, relator da PEC na CCJ.
"O desequilíbrio fiscal vem da incompetência dos gestores e é inconstitucional por prever a redução dos vencimentos dos servidores públicos. É a PEC da incompetência." Alencar Santana Braga (PT-SP), deputado federal.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia