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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Frases e Personagens

Edição impressa de 26/12/2018. Alterada em 26/12 às 01h00min

Frases e personagens

Paulo Hartung, governador do Espírito Santo, sem partido

Paulo Hartung, governador do Espírito Santo, sem partido


FREDY VIEIRA/arquivo/JC
"O governo capixaba é o único estado do País a ser avaliado este ano com a nota máxima no equilíbrio fiscal pela Secretaria do Tesouro Nacional. Por isso, estou sendo convidado a aconselhar governadores eleitos. Defendo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Toda vez que se mexe na LRF é para piorar." Paulo Hartung, governador do Espírito Santo, sem partido.
"Se você estima uma receita e depois tem uma frustração de receita, essa frustração só vale para o Executivo, não vale para o Judiciário, não vale para a Assembleia, não vale para o Ministério Público, não vale para o Tribunal de Contas e não vale para a Defensoria Pública. Nós precisamos resolver esse dispositivo que está judicializado." Também Paulo Hartung.
"O próximo governo terá um cenário mais favorável do que em 2016, quando Michel Temer assumiu o comando do Brasil após o impeachment de Dilma Rousseff pelo Congresso Nacional. Há três anos, a taxa de juros estava acima de 14% ao ano e a inflação acumulada em 12 meses ultrapassava os 9%, e hoje a Selic é de 6,5% e a inflação está abaixo de 4%. Além disso, a economia do País estava em queda de 3,5%." Mansueto Almeida, secretário do Tesouro Nacional.
"Para o Brasil conseguir fazer o ajuste fiscal, nós temos que controlar a dinâmica do crescimento da despesa obrigatória. Sem isso, não haverá ajuste fiscal. E dos itens da despesa obrigatória, duas despesas que pesam muito no Orçamento da União são a despesa com pessoal ativo, com inativos do setor público, e a despesa com Previdência, o chamado Regime-Geral da Previdência Social (RGPS)." Também Mansueto Almeida.
"O indulto a presos no País, caso fosse concedido em 2018, seria o último. Fui escolhido presidente do Brasil para atender aos anseios do povo brasileiro. Pegar pesado na questão da violência e criminalidade foi um dos nossos principais compromissos de campanha. O indulto de Natal para criminosos, se dado neste ano, certamente foi o último." Jair Bolsonaro (PSL), presidente a partir de janeiro.
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