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Porto Alegre, quinta-feira, 23 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 23/04/2019.
Alterada em 22/04 às 21h27min
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Hoje começa outro Grenal

Não me enganei, veja por quê: o Inter encara o Alianza amanhã, sossegado e já garantido para a próxima fase. O Grêmio, com a taça do Gauchão no armário, enfrenta o Libertad em Assunção, até agora o único adversário respeitável na competição que mais lhe interessa. O nível de secação colorada nunca esteve tão alto; a expectativa pela classificação tricolor nunca foi tão arriscada. Ou o time empatou os dois Grenais de modo a entusiasmar a alguém? Esse jogo (veja no canal Fox) pode ser um divisor de águas na temporada gremista. Superação é indispensável.
Não me enganei, veja por quê: o Inter encara o Alianza amanhã, sossegado e já garantido para a próxima fase. O Grêmio, com a taça do Gauchão no armário, enfrenta o Libertad em Assunção, até agora o único adversário respeitável na competição que mais lhe interessa. O nível de secação colorada nunca esteve tão alto; a expectativa pela classificação tricolor nunca foi tão arriscada. Ou o time empatou os dois Grenais de modo a entusiasmar a alguém? Esse jogo (veja no canal Fox) pode ser um divisor de águas na temporada gremista. Superação é indispensável.
A fórmula tem que mudar
Como esta coluna é semanal, ainda não tive chance de comentar o desfecho do Gauchão. Os dois jogos finais a mim não empolgaram. E os 35 a 1 do lídimo campeão? Ora, isso nem é uma estatística, antes uma clara distorção: usando reservas a toda hora, o Grêmio conseguiu marcar 35 gols e tomar somente um. Esse flagrante desequilíbrio, que começa pelas finanças, prossegue pelas torcidas e termina seus efeitos dentro de campo, mostra a abissal diferença entre a dupla Grenal e os demais, tira a graça da competição e o público dos estádios do Interior. Tem que mudar!
Brasileirão, fase um
O calendário do futebol brasileiro estará apertado além do habitual, em 2019: a Copa América irá se encarregar de, após somente nove rodadas, interromper o Brasileirão. A primeira fase inicia-se sábado próximo, se encerra dia 13 de junho e, um mês depois, tudo recomeça. Entendo que o equilíbrio, que hoje existe entre uns oito grandes clubes, vai impedir qualquer um de disparar nesse início. Aí virão exatos 30 dias para preparação, uma pausa benéfica para os técnicos armarem suas equipes como desejam. O risco é de alguns deles serem demitidos exatamente aí.
Sete já foram
Dos 20 clubes da Série A, sete trocaram de técnico durante os estaduais. Somente no domingo foram três: Barbieri, do Goiás, Valentim, do Vasco, e até mesmo Lisca, que há poucos dias ainda era ídolo no Ceará. Desses dois últimos, não imagino quem, com o elenco que possuíam, poderá fazer melhor - ambos disputaram os títulos regionais até o final. O mais provável é que percam rendimento, mas os cartolas precisavam culpar alguém. Antes, bailaram Zé Ricardo no Botafogo e Levir no Atlético-MG.
Pitacos
  • Quando vi Jean Pyerre jogando, aqui desse cantinho vaticinei: será o futuro substituto de Douglas - que ainda estava no Grêmio. Agora tem muita gente achando o mesmo.
  • Ainda o Grenal: Paulo Victor começava a sair para um lado antes mesmo que os colorados tocassem na bola. Parecia saber exatamente aonde ela iria - e acertou três vezes. Show!
  • Como técnico, Carille disputou três Campeonatos Paulistas e ganhou todos. O Corinthians não alcançava um tricampeonato desde os anos 1920.
 
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