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Porto Alegre, terça-feira, 09 de abril de 2019.
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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Edição impressa de 09/04/2019. Alterada em 08/04 às 22h10min

Noite para a classificação

A julgar pelo que mostrou contra o Caxias, o Inter tem boas escolhas a fazer para a noite de hoje. O Palestino é de outra turma - aquele goleirinho do primeiro jogo veio? -, não mete medo. E Odair Hellmann deve estar satisfeito com seu elenco, especialmente se compará-lo ao do ano passado, quando entrar em campo com um time competitivo era uma façanha. Talvez fosse precipitação começar com Guerrero, mas só saber que ele estará no banco já aumenta a esperança da torcida. E ainda tem D'Ale, Parede, Sobis e Pottker, mais goleiro, volantes e zaga firmes...
Cada jogo decide tudo
Amanhã será a vez do Grêmio na Libertadores, jogando a primeira de três partidas em que vitória será o único resultado aceitável. É bem possível que ela venha, até porque a Universidad Católica lhe é inferior. Acontece que o Tricolor anda escalavrado na competição, desperdiçou pontos que agora lhe fazem falta - e seguirão fazendo até o final desta fase. Não se trata de Renato armar um time adequado - isso ele sabe e tem como fazer. A maior dificuldade é psicológica, o ter que vencer pesa em cada toque na bola. Caberá à torcida confiar e empurrar o time até a vitória.
Treinos para o título
Deu a mais absoluta lógica: o Inter, com reservas, derrotou o Caxias, o Grêmio passou pelo São Luiz e ambos têm encontro marcado no próximo domingo. Presume-se que teremos o primeiro Grenal de verdade em 2019, somente com os titulares, e que isso se repetirá na quarta-feira seguinte, quando o desvalorizado título do Gauchão será decidido na Arena. Nunca foi tão difícil apontar um favorito, mesmo que faltem apenas oito dias para que se conheça o campeão. É que, além da tradição, o desempenho nos jogos da Libertadores pode influenciar.
O Gauchão tem que mudar?
Sinceramente, não vejo graça em um campeonato disputado desse jeito. Parece que só importa a dupla Grenal, logo ela que privilegia outras competições. Os clubes do Interior formam equipes modestas, quase descartáveis, com orçamentos que, em nome da sobrevivência, exigem heroísmo de seus dirigentes e colaboradores. Não existe fórmula que torne empolgante uma disputa regional tão polarizada. Mas creio que a atual possa ser melhorada. Só não sei como.
Mudar de que jeito?
O leitor Adalberto Alexandre Snel era dirigente do Floriano, o atual Novo Hamburgo, "nos tempos em que Grêmio e Inter jamais entravam em campo com reservas", recorda. Sua corajosa ideia: um Gauchão sem a dupla, inicialmente setorizado por regiões, "reduzindo longas viagens, criando rivalidades e estruturas que possam ensejar perspectivas objetivas aos clubes do Interior". Os melhores de cada grupo se enfrentariam depois. De uma coisa não duvido: clássicos de cidades como Pelotas e Caxias, do Vale dos Sinos, de Rio Grande, da Fronteira Oeste, do Centro, do Norte do Estado teriam mais público se valessem o título gaúcho. Esse mesmo que a dupla Grenal só valoriza quando se enfrenta.
 
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