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Porto Alegre, segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Edição impressa de 19/02/2019. Alterada em 18/02 às 01h00min

Pouco, porém bastante

A esquálida vitória sobre o Caxias nem de longe mostrou o Inter que a torcida deseja. Certo. Só que o Gauchão começou há exatamente um mês, os reforços ainda se adaptam, o técnico tem feito as experiências possíveis e o principal atacante do time estava suspenso. Então, calma. O calendário será o maior aliado dos colorados: não jogam a semana toda, voltam domingo contra o Avenida e depois ainda terão mais dez dias para acertar o que falta e fazer uma boa estreia na Libertadores. A sensação é de que o que acontece agora é, digamos, cobrança preventiva.
Jornalismo não é só no campo
Para mim a maior atração não era o jogo, previsível, mas o Bento Freitas. Gostaria de ver as obras de ampliação, o contexto do estádio novo que vem aí. Não fui feliz: no Premiére mostraram as pessoas que, de um prédio em construção, viam o jogo de graça. E pouco mais, sequer se comentou sobre a nova capacidade, previsão de término das obras etc. Ah, o jogo? O Brasil desarmava e dava chutão, os reservas do Grêmio tentavam concatenar algo melhor, especialmente com Jean Pyerre, mas tudo parava nas mãos do bom goleiro Carlos Eduardo. O empate serviu para os dois.
Um dia de glória
Na magnífica Arena Corinthians o valente Avenida terá ocasião de mostrar a todo o Brasil a força do nosso futebol. Em São Paulo, o jogo de amanhã é visto quase como um treino. Lembram que o Timão já colocou nas arquibancadas - do Morumbi, ressalte-se - mais torcedores do que toda a população de Santa Cruz do Sul. Os ingressos começam em modestos R$ 40,00, ou seja, o palco estará montado para surgir uma zebra do tamanho de um dromedário. É improvável, mas o time gaúcho poderia segurar um zero a zero e decidir nos pênaltis, por que não? O jogo estará na Globo.
Retrato (triste) do futebol
Que o campeonato carioca é um horror de organização, todo mundo sabe. Já em 2017 o Brasil inteiro riu de um regulamento que mandava quem fosse campeão dos dois primeiros turnos jogar semifinais para chegar ao título. Mas domingo a coisa chegou aos píncaros: uma disputa pela ocupação de um setor do Maracanã resultou em proibição do acesso de qualquer torcedor ao estádio. Final da Taça Guanabara sem público! Após meia hora de jogo no campo e de violência nas ruas próximas, abriram-se os portões. E fecharam um pouco mais o mercado para o produto futebol.
Pitacos
  • Juninho Capixaba pulou para fugir do choque contra um cara mais pesado. E mesmo que simulasse, no meio do campo o cartão é demasia.
  • Como se disse aqui, ano passado: Jean Pyerre pode ser o novo Douglas que o Grêmio precisa.
  • Quem viu o jogo do Beira-Rio, como eu, gostou muito do 11 do Caxias - Bruno Alves.
  • "Bando de canalhas" e "Fora Raí" era o que mais gritava o grupo de desocupados que protestava ontem em frente ao CT do São Paulo. Eliminação na Libertadores e derrota para o Corinthians foram demais.
 
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