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Porto Alegre, quarta-feira, 17 de outubro de 2018.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 15/10/2018.
Alterada em 17/10 às 10h28min
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Yak, o animal símbolo da região tibetana

YAK DAIRY GRUPO/DIVULGAÇÃO/JC
Dunhuang
Região tibetana autônoma, a cidade de Gannan, na província de Gansu, é repleta de templos e mosteiros budistas e dona de uma extensa área de pecuária de leite. Localizado a mais de 3 mil metros do nível do mar, além de sediar uma das mais importantes escolas do mundo na formação de monges budistas, tem boa parte de sua economia na criação de gado e na venda de derivados do leite. Mas não é um leite qualquer - o rebanho de vacas yak tem características muito peculiares.
As vacas yak produzem apenas em cerca de sete meses do ano (chega a alcançar cinco meses sem leite), enquanto uma raça como a holandesa fica "seca" apenas dois meses. Além de não produzir o ano inteiro, quando tem leite, ainda é pouco.
"Uma vaca yak fornece apenas entre dois e três litros de leite por dia. Mas é um leite extremamente rico em gordura", explica Min Yongxiang, gerente-geral da Gansu Hualing Yak Dairy Group.
O leite de yak é mais consistente, adocicado, notavelmente forte e base de boa parte da alimentação tibetana. Um dos produtos mais conhecidos é a manteiga de yak, que tem textura similar ao queijo e com a qual se faz um chá bastante energético. Na China, o leite de yak é considerado um superalimento. A carne de yak também é tradicional na região. Outra fonte de renda é o uso do animal para confecção de tecido a partir de seu longo pelo.
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Thiago Copetti

A convite do Centro Internacional de Imprensa da China, o repórter está participando de um intercâmbio no gigante asiático. No blog Conexão China, apresentará, além de informações econômicas e políticas da segunda maior economia do mundo, também curiosidades culturais e gastronômicas, dicas de turismo e como é o cotidiano da vida em Pequim.