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Porto Alegre, terça-feira, 19 de janeiro de 2021.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
terça-feira, 19 de janeiro de 2021.
Notícia da edição impressa de 19/01/2021.
Alterada em 18/01 às 21h29min

A foto do fato

Eugênio Bortolon/DIVULGAÇÃO/JC
Depois da tempestade vem a vacina e o arco-íris. A natureza capricha e em matéria de beleza é ela que dá as tintas. E que paleta. A composição é perfeita, poderia perfeitamente ser assinada por um mestre da pintura como Monet, mas ela chegou antes. A praia de Salinas (em Cidreira), sem espigões, confere um tom bucólico e tranquilizador à perfeição. Como cereja na lateral do bolo, o farol de Cidreira.
Depois da tempestade vem a vacina e o arco-íris. A natureza capricha e em matéria de beleza é ela que dá as tintas. E que paleta. A composição é perfeita, poderia perfeitamente ser assinada por um mestre da pintura como Monet, mas ela chegou antes. A praia de Salinas (em Cidreira), sem espigões, confere um tom bucólico e tranquilizador à perfeição. Como cereja na lateral do bolo, o farol de Cidreira.

Vãs promessas

O neuropsicólogo Fabiano de Abreu diz que 92% das nossas promessas de ano novo não se confirmam. Não sabemos de onde é que tirou esse percentual, mas deve ser por aí.

O culpado

Agora vamos para o tudo ou o nada. Se as vacinas derem certo e mais adiante o número de novas infecções cair de forma inequívoca, dirão que deu certo apesar do governo. Se não der certo, dirão que é culpa do governo. Como diz o ditado, preso por ter cão, preso por não ter cão.

La, como cá

Leitora que mora na Alemanha, no estado da Westfália, conta que também no disciplinado país a vacina causa discórdia. Seu relato: "Aqui está a maior confusão. Cada político diz uma coisa". Repetindo: na Alemanha.

Anote aí

Tão logo uma parcela da população tiver sido vacinada, o destaque midiático não irá para esse feito, mas sim para casos de efeitos colaterais indesejados. O ser humano não falha.

A zona do perigo I

Avança célere nas redes sociais a lista que reúne assinaturas para iniciar o processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Os assinantes esgrimem com o fato da falta de oxigênio para os hospitais de Manaus (AM). Se não for por um motivo, os opositores sempre terão outros.

A zona do perigo II

A questão é que, constitucionalmente, falta um motivo para levar Bolsonaro ao processo. Sem falar nos famosos dois terços para tanto no Congresso Nacional. Enquanto isso, sabem até os sentinelas dos quartéis que o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) está fardado. Apoio popular é que não lhe falta. Inclusive entre os eleitores do Capitão.

Rumo ao nada

Quem quiser escrever um tratado geral da burrice terá bons subsídios no Facebook. Escreve-se uma coisa, as pessoas entendem outra, e respondem com uma terceira. Aquela história que 70% da população é analfabeta funcional precisa ser revisada para cima.

Desvario

O que leva alguém sem habilitação a colocar 12 pessoas entre adultos e crianças em um Peugeot 207 com pneus carecas até o inevitável acidente? Aconteceu em Seberi neste final de semana. Nem Freud explica.

O sobrevivente

Que ninguém se iluda, o ex-prefeito afastado do Rio de Janeiro está longe de ter encerrado sua carreira política por ter sido preso acusado de corrupção. Marcelo Crivella (REP) ainda tem forte influência na Igreja Universal. Quanto à prisão, bons (e caros) advogados são pagos exatamente para tirar seus clientes de lá.

O custo do sal

A Lotofácil passou a ser o carro chefe das Loterias da Caixa. Arrecadação até o último sábado: Lotofácil - R$ 256 milhões, Mega-Sena - R$ 153 milhões. Explica-se: o preço da Mega é muito salgado.

Exército de catadores

Nesses tempos de ruas vazias, impressiona ainda mais a quantidade de gente catando lixo em Porto Alegre. Os recicladores vão de contêiner em contêiner atrás de resíduos recicláveis. Detalhe: em tese, seriam depósitos de lixo orgânico.

Não me comprometa

Uma raposa felpuda com séculos de convivência com o poder, seja de quem estiver com ele, relata que o melhor emprego nos primeiros escalões do governo é aquele em que se exerce forte influência, mas não se assina nada. É o parágrafo único da máxima que em vez de ser rei, é melhor ser amigo do rei.

Na boca do povo

pg3 imagem de Luciano Huck em latinha de guaraná

FERNANDO ALBRECHT/ESPECIAL/JC
O tradicional santinho de candidatos a cargos eletivos pode assumir várias formas. Sua eficiência se mede pela circulação, quanto mais ele circular, mais o candidato será lembrado na boca da urna. O apresentador e empresário Luciano Huck foi além, está na boca do povo, literalmente, embora faça nhem-nhem-nhem sobre sua candidatura à presidência da República em 2022.
 

Miúdas

PARTE da população está mais azeda que que limão com vinagre. Precisamos sorrir mais.

ÉRAMOS porto-alegrenses porto-sorridentes. Hoje, somos porto-carrancudos.

MINISTRO de Estado precisa mais que ser qualificado. Precisa ter o dom da comunicação.

CHINA foi a única grande potência a crescer em 2020, com PIB positivo de 2,3%.

BEBIDAS lácteas com adição de proteína é tendência sem volta. Só vai.

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Fernando Albrecht
Fernando Albrecht
Informações exclusivas em notas curtas, objetivas e bem-humoradas. Bastidores da política, observações econômicas, causos do cotidiano e um olhar diferenciado sobre a vida urbana estão na coluna Começo de Conversa.