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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de setembro de 2020.
Aniversário da cidade de Viamão.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
segunda-feira, 14 de setembro de 2020.
Notícia da edição impressa de 14/09/2020.
Alterada em 13/09 às 21h46min

A palmeira da Califórnia...

Sérgio Louruz/Smams PMPA
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smams) de Porto Alegre escolheu a palmeira da Califórnia como a Árvore do Mês. Elas podem atingir 45 metros de altura e foram plantadas na década de 1940 nas avenidas Osvaldo Aranha e João Pessoa. A Smams informa que as árvores em cima da ponte da Azenha (foto) são fruto da distração de quem as plantou.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smams) de Porto Alegre escolheu a palmeira da Califórnia como a Árvore do Mês. Elas podem atingir 45 metros de altura e foram plantadas na década de 1940 nas avenidas Osvaldo Aranha e João Pessoa. A Smams informa que as árvores em cima da ponte da Azenha (foto) são fruto da distração de quem as plantou.

...são resistentes e longevas

Talvez não, pode ter sido de propósito. Palmeiras, coqueiros e outros vegetais da família têm raízes radiais ou radiculares, as raízes se espalham horizontalmente e não para o fundo, por isso resistem mais aos ventos fortes, embora os galhos caiam. É só observar imagens de furacões no Caribe e na Flórida. Dificilmente se vê uma tombada.

O grande desafio I

Quando as vacinas para o novo coronavírus estiverem prontas, o desafio será a logística de distribuição. Segundo os cálculos divulgados pela Época Negócios, seriam necessários mil jumbos Boeing 747 para distribuí-las. Outro ponto é a "ida" das ampolas dos fabricantes aos laboratórios. Certamente que ambos já devem estar providenciado isso, porque são bilhões. Haja máquinas de envasamento.

O grande desafio II

Neste particular, o Brasil tem uma boa experiência. Quando da mudança da URV para o Real, em 1994, o Exército Brasileiro comandou a maior distribuição de moedas e cédulas da história, atingindo em pouco mais de 24 horas todos os pontos de norte a sul do País. No dia a dia, a mais eficiente distribuição ainda é das pesadas pilhas, encontráveis em qualquer biboca no interior dos interiores.

Já estava escrito

Volta e meia vamos dar, como na cançoneta infantil Ciranda Cirandinha. Lá no início, falava-se que a eficácia dos antiparasitários e da BCG, vacina contra a tuberculose, eram eficazes profiláticos no combate ao vírus. Parte da comunidade científica torceu o nariz para ambos. Agora, a poderosa FDA (Food and Drug Administration) recomenda a invermectina e o Brasil testará a BCG.

Luvas fixas

Não é de hoje que a saúde recomenda o uso de luvas no manuseio de alimentos em bancas, lancherias e afins. A pandemia reforçou a obrigação. Mas não adianta usar o mesmo par por horas e horas. Até piora a situação. Em vez de descartáveis, são luvas fixas.

O país dos esquecidos I

A coisa mais inútil que se pode fazer para conter a inflação é controle de preços, como quer o Ministério da Justiça. Nunca funcionou em todas as inflações anteriores. É verdade que há aproveitadores, mas a cadeia toda é complexa demais para ser resolvida por um ofício. Lições do passado não funcionam, ainda mais em um país que se reseta de quatro em quatro anos.

O país dos esquecidos II

Fiscais do Sarney, no governo José Sarney, anos 1980, fiscais da Sunab dos anos 1950 em diante, portarias, MPs, decretos, foi arsenal inútil, artilharia de pólvora seca. E há outro risco. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já perdeu executivos valiosos por intromissões alheias. O próximo a pedir o boné se outras pastas se meterem de pato a ganso será o próprio Guedes.

Mais dos mesmos

Os partidos políticos mais tradicionais e mesmo os mais novos dificilmente mudam o núcleo da sua direção. São sempre os mesmos, ou alternando nomes. São postos camaleônicos. De certa forma, partidos são considerados propriedade privada. Manda quem pode, obedece quem precisa. Ou, daqui não saio, ninguém me tira.

O duelo no OK Corral I

As eleições presidenciais de novembro nos Estados Unidos terão dois modelos distintos do imaginário do eleitor. Donald Trump é o típico mocinho do cinemão holywoodiano. Segundo o psiquiatra junguiano Jorge Miklos, Trump representa o arquétipo de líderes poderosos, milionários vigorosos, agressivos e corajosos.

O duelo no OK Corral II

Do outro lado, está o democrata Joe Biden, 77 anos, o arquétipo oposto. Se Trump já nasceu rico, o pai de Biden foi um simples vendedor de carros, nasceu pobre e durante sua vida enfrentou dramas como a morte da sua primeira esposa e de dois filhos. Segundo Miklos, John Wayne contra o Velho Sábio.

Doação com música

Além de proporcionar entretenimento aos moradores de condomínios de Porto Alegre sem que eles precisassem sair de casa durante a pandemia, a imobiliária gaúcha CP Imóveis, com mais de 30 anos de atuação na Zona Norte da Capital, arrecadou um total de 5 toneladas de alimentos com o projeto "Alimente com música".

Menos é mais

Um paradoxo: a pandemia reduziu os ganhos dos assalariados, quando não os desempregou, mas o auxílio emergencial diminuiu a pobreza no Brasil. Infelizmente, essa tábua de salvação termina em breve.
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Fernando Albrecht
Fernando Albrecht
Informações exclusivas em notas curtas, objetivas e bem-humoradas. Bastidores da política, observações econômicas, causos do cotidiano e um olhar diferenciado sobre a vida urbana estão na coluna Começo de Conversa.