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Porto Alegre, domingo, 19 de julho de 2020.
Nelson Mandela Day.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
domingo, 19 de julho de 2020.
Notícia da edição impressa de 04/06/2020.
Alterada em 04/06 às 03h00min

Café do Porto: o fim de uma era...

Cafeteria ocupava charmosa garagem e calçada da Padre Chagas

Cafeteria ocupava charmosa garagem e calçada da Padre Chagas


/MARCO QUINTANA/JC
Quando a empresária Ana Cláudia Bestetti, a Cacaia, abriu o Café do Porto na rua Padre Chagas, nº 293, em julho 1995, existiam apenas oito máquinas de café expresso na cidade. Hoje, são centenas, talvez milhares. Lamentavelmente, a história do point da Padre Chagas chega ao fim.
Quando a empresária Ana Cláudia Bestetti, a Cacaia, abriu o Café do Porto na rua Padre Chagas, nº 293, em julho 1995, existiam apenas oito máquinas de café expresso na cidade. Hoje, são centenas, talvez milhares. Lamentavelmente, a história do point da Padre Chagas chega ao fim.

...luto na Padre Chagas

PG3 QUINTA foto nota Café do Porto

FERNANDO ALBRECHT/ESPECIAL/JC
É uma perda enorme para a rua, para o bairro Moinhos de Vento e para Porto Alegre. De certa forma, foi Cacaia quem "começou" o point Padre Chagas. Nos primeiros anos, ela promoveu a rua com uma sucessão de eventos que tornaram o local charmoso. A imagem mostra um grupo de clientes que batiam ponto nos sábados de amanhã, agora órfãos.
 

Pioneirismo e futuro

O café pioneiro, que transformou a Padre Chagas, terá uma operação digital. Quem fala sobre o futuro é a própria Cacaia, em post no Face: "Saudade da Padre Chagas? Sim, sentiremos muita. Assim que formos totalmente digitais, vamos avisar a todos, e seguiremos levando café e outras delícias até tua casa. Aguardem. Como diz nosso amigo: voltaremos!".

Reflexão

Conduzida pela agetech Janno, em parceria com a MindMiners, pesquisa mostrou que sete em cada 10 brasileiros refletem sobre a morte em tempos do reinado do coronavírus. É provável que 10 em cada 10 brasileiros reflitam sobre a morte financeira.

A hora da bala na agulha

Em meados de abril, a página registrou que ações em bolsa estavam com valor tão baixo que era hora de comprar para quem tinha bala na agulha. O Ibovespa estava em 62 mil pontos. Ontem fechou a 93 mil.

Por falar em aplicações...

...é de se observar bem de perto o comportamento dos papéis de empresas de viagens e turismo. Uma delas vem subindo forte nos últimos dias. É cheiro de retomada.

Tá no tambo

Durante o Tá na Mesa virtual de ontem, o secretário estadual da Agricultura, Covatti Filho (PP), fez um brinde com um copo de leite com a presidente da Federasul, Simone Leite. A ideia era homenagear a bacia leiteira do Estado. Brinde com leite quem também faz é o vencedor das 500 milhas de Indianópolis.

Bolero de Ravel....

É uma peça de música erudita que repete a mesma frase musical durante toda a composição. Pois o isolamento é um bolero de Ravel. E uma sucessão de monotonias. Até ir na padaria é uma programação.

...e as cópias xerox

Na música de Roberto Carlos que fala da "mesma praça e o mesmo jardim", a comparação vale só para quem tem essa visão de onde mora. Para os outros, os dias são xerox uns dos outros.

Cesta Fox

A Fox Mitsubishi doará, durante todo o mês de junho, uma cesta básica para a Casa de Apoio Madre Santa Ana da Santa Casa a cada venda ou revisão realizada. A ação soma-se a outras que a empresa faz regularmente para instituições como o Asilo Padre Cacique.

Erro de cálculo

Leitor conta que precisa frequentar um estande de tiro. Estava ele no ônibus e, no momento de sentar, tirou do bolso um frasco de álcool líquido para desinfetar as mãos. Só que errou o alvo, e o jato atingiu a lustrosa careca do passageiro no banco da frente. Explicação não deu. Foi obra de um gnomo.

Do espaço para o sovaco

Circulou uma informação pretensamente publicada em um site de notícias dando conta de que, na terça-feira à noite, entre 18h e 23h, um satélite da Nasa mediria a temperatura corporal dos brasileiros. Para tanto, teriam que se postar na varanda ou na frente do prédio com o RG na mão. Portanto, se alguém viu o vizinho na rua com identidade na mão, é porque acreditou na lorota.

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Fernando Albrecht
Fernando Albrecht
Informações exclusivas em notas curtas, objetivas e bem-humoradas. Bastidores da política, observações econômicas, causos do cotidiano e um olhar diferenciado sobre a vida urbana estão na coluna Começo de Conversa.