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Porto Alegre, segunda-feira, 18 de maio de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
segunda-feira, 18 de maio de 2020.
Notícia da edição impressa de 18/05/2020.
Alterada em 17/05 às 21h50min
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Quem não é visto...

FERNANDO ALBRECHT/ESPECIAL/JC
...não é lembrado. O princípio básico da propaganda é levado muito a sério, mas com uma seriedade bem-humorada pelo seu Vladimir. Apesar do frio outonal, ele vende terrenos em praia de Santa Catarina. Seu ponto é na Rua da Praia, imediações do prédio da Caixa Econômica Federal, em Porto Alegre. Vladimir garante que, apesar dos pesares, ainda vende, que é outro princípio de marketing: nunca diga que seu produto não vende.
...não é lembrado. O princípio básico da propaganda é levado muito a sério, mas com uma seriedade bem-humorada pelo seu Vladimir. Apesar do frio outonal, ele vende terrenos em praia de Santa Catarina. Seu ponto é na Rua da Praia, imediações do prédio da Caixa Econômica Federal, em Porto Alegre. Vladimir garante que, apesar dos pesares, ainda vende, que é outro princípio de marketing: nunca diga que seu produto não vende.
 

Vende-se

A tarifa cobrada pelos aplicativos de transporte é muito camarada na maioria dos casos e horários. O que é ruim para os motoristas, que já ganham pouco ao natural. Na atual conjuntura, há relatos de muitos deles entregando o carro recém-comprado.

Fala, balança

A obesidade dos brasileiros cresceu 72% nos últimos 13 anos, segundo dados oficiais. É fácil observar isso nas ruas, especialmente entre adolescentes. E a taxa deve dar um salto do final de março para cá, graças ao isolamento social. Além de não queimar muitas calorias, a ansiedade libera mais apetite. Quando as academias reabrirem, vai ser uma corrida à esteira.

A perenidade do vírus

Às vezes, a Organização Mundial da Saúde (OMS) chove no molhado. A entidade explicou que o coronavírus pode ficar para sempre. Tirando as exceções, todos ficam para sempre, embora com menor poder ofensivo. O H1N1 está aí até hoje e segue matando.

As cobaias de sempre

Os testes de vacina para o coronavírus produzidos pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, deram bons resultados com macacos. Entra teste e sai teste de vacina ou novo medicamento e sempre quem se ferra são ratos e macacos.

MenuPOA

A jornalista e ex-senadora Ana Amélia Lemos (PP), atual secretária de Relações Federativas e Internacionais do governo do Rio Grande do Sul, é a convidada do primeiro MenuPOA on-line, da ACPA, que acontece amanhã, através de live pelo Facebook da entidade.

Novo presidente

O empresário José Antônio S. Ohlweiler é o novo presidente da ATM (Associação dos Transportadores Intermunicipais Metropolitanos de Passageiros). Ohlweiler é diretor da Soul, empresa de transporte de passageiros sediada em Alvorada.

Tudo azul

Duas informações sobre a companhia aérea Azul na mesma semana. A primeira é o anúncio de que ela formalizou a compra da empresa aérea regional TwoFlex, com sede em Jundiaí (SP); a segunda é sua adesão ao plano de socorro do BNDES. Então a Azul está no azul?

Mais colateral que lateral

Uma coisa é certa quanto à cloroquina: quem teve malária e com ela se tratou jura que os efeitos colaterais são terríveis. É quase como morrer da cura.

JC 87 anos

Na próxima segunda-feira, 25 de maio, o Jornal do Comércio completa 87 anos de circulação ininterrupta. Alguns momentos importantes da trajetória do JC estão registrados em um vídeo produzido para marcar a data. Além de um pouco da história do jornal, revela também o que vem por aí. Pode ser visto em www.jornaldocomercio.com ou nas páginas do JC no YouTube, no Instagram, no Facebook ou no LinkedIn.

O trauma do mais um

Atribui-se a Tancredo Neves a observação de que um presidente da República não deve nomear um ministro que não possa ser demitido sem traumas. Foi assim com Pelé e foi assim com Sérgio Moro. No caso de Nelson Teich, sua demissão não causaria trauma não fossem duas circunstâncias: o momento e o "mais um" do governo Bolsonaro.

Dá conta-corrente direto...

Era de se esperar. O Banco Central teve que rodar a maquininha para repor o dinheiro que saiu dos bancos e das aplicações financeiras e foi non stop para debaixo do colchão, o maior banco do mundo. Foram R$ 8 bilhões em cédulas estalando de novas.

...para o Banco Colchão

Independentemente do efeito temor, as retiradas se devem também ao fato de que praticamente todas as opções de renda fixa perdem para a inflação, e isso inclui a poupança. Em casa, pior que está não fica. Como diz o povo: quem tem, tem medo.

Sem carona

Só agora a prefeitura de Porto Alegre determinou que o passageiro deve ocupar o banco traseiro nos táxis e aplicativos de transporte. É medida acertada, especialmente no contexto atual. O Brasil deve ser o único país do mundo onde o passageiro senta no banco do carona.

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Fernando Albrecht
Fernando Albrecht
Informações exclusivas em notas curtas, objetivas e bem-humoradas. Bastidores da política, observações econômicas, causos do cotidiano e um olhar diferenciado sobre a vida urbana estão na coluna Começo de Conversa.