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Porto Alegre, sexta-feira, 17 de agosto de 2018.
Dia do Patrimônio Histórico.

Jornal do Comércio

Colunas

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Fernando Albrecht

Começo de Conversa

Edição impressa de 17/08/2018. Alterada em 17/08 às 01h00min

A indústria de shoppings

Cento e dezesseis expositores lotaram durante três dias o espaço amplo da São Paulo Expo para a 15ª edição da Feira Internacional de Shopping Centers, iniciativa da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) com debates sobre a indústria de shoppings. O espírito do encontro, encerrado nesta quinta-feira, foi o foco no consumidor, isto é, entendê-lo e não mudá-lo. Empresários e executivos de grandes empresas fornecedoras de produtos e serviços venderam o seu peixe, servido com molho das esperanças e preocupações com o Brasil e seus rumos.
 

Ampliação de atendimento

À medida que os trabalhos se sucediam, ficou evidente que o consumidor do futuro não quer mais centros de compras. Ele busca mais e as empresas estão oferecendo isso. A aproximação do cliente com o vendedor, mesmo sendo virtual, é cada vez mais necessária. Um bom exemplo foi dado pelo executivo da Nike: "não queremos vender o tênis, queremos ajudá-lo a correr". Da mesma forma, o Nespresso, da Nestlê, quer que o cliente possa fazer um café igual aos melhores na sua casa.

Desenterrando sapo

O complexo imobiliário Belvedere, junto à Terceira Perimetral em Porto Alegre, finalmente vai sair do papel. O projeto de um shopping na área existe desde meados da década de 1990. Mais um sapo desenterrado. Antes foi o Cais Mauá, se bem que, obras para valer ainda não começaram no antigo porto da Capital.

Erro rápido

Um conceito novo sobre tentativa e erro consiste em aceitar o erro. Explicado por palestrantes, é o "erro rápido", imediatamente avaliado e corrigido. Portanto, equivale a dizer que é um erro do bem.

Fonte de prazer

Shopping hoje tem que ser uma fonte de prazer, com serviços e entretenimento, como disse Isaac Peres, da Multiplan. O negócio shopping se adaptou rapidamente ao novo consumidor, tanto que o setor cresceu, mesmo que pouco, quando os demais segmentos da economia tiveram queda.

O rei cafezinho

Se foi muita gente no evento? Basta dizer que das 9h da manhã até as 15h30min desta quinta-feira, o estande da Abrasce serviu em torno de 6 mil expressos.

De volta ao passado


ARQUIVO/JC
O ano era 1985, eleições municipais. O candidato a prefeito de Porto Alegre Alceu Collares, do peedetê, como ele fala, arrastando as vogais, ganhou fácil a eleição. O vice foi o grande vereador Glênio Peres. A relação entre os dois era tensa, mas Glênio, com bom soldado do partido que era, aceitou a relação. Na Historinha de Sexta de hoje, contamos como a refrega começou antes mesmo da posse. Da esquerda para a direita aparecem Isaac Ainhorn, Braguinha, Tarzan Numer, o jornalista Políbio Braga, Glênio Peres, Collares e o dirigente do partido João Carlos Guaragna.
 

Historinha de sexta

No dia seguinte à eleição, Alceu de Deus Collares ponteava com folga a apuração dos votos sem chances de reviravolta. Ele então convocou uma coletiva com café da manhã no Hotel Everest. Merecidamente orgulhoso com a vitória, repetia alisando a gravata que "o degas aqui não tem concorrente".

No meio da entrevista, Glênio Peres apareceu descendo a escada dos fundos da sala sem ser visto pelo futuro prefeito. Neste exato momento, perguntei a Collares qual seria a função do vice.

Bueno, como sempre diz o doutor Brizola, a gente tem que arrumar uma coisa para vice fazer, senão ele fica conspirando.

Glênio Peres estacou ao ouvir a resposta. Só que Collares não deu nenhuma função específica para seu vice. Na verdade, Glênio lutou até para ter uma sala só sua.

As três fases

A campanha eleitoral se divide em três partes. Uma tem começo e final entre a largada de pré-candidaturas até o início da campanha nas emissoras de rádio e TV. A segunda começou com a tentativa de colocar Lula (PT) como candidato, com posterior ok ou impugnação pelo Supremo mais adiante - se cair na 2ª Turma do STF ele tem chance. A terceira e última vai deste ponto até o dia 7 de outubro.

Solução para a Casa Azul

A prefeitura da Capital ingressou nesta quinta-feira com ação na Justiça solicitando que a chamada Casa Azul, prédio em ruínas no Centro, seja declarada abandonada. Se a "arrecadação" for concedida pelo 1º Juizado da Fazenda Pública, a construção listada como patrimônio histórico poderá ser incorporada ao município. O que restou do prédio ameaça desabar e afeta o trânsito da região da rua Riachuelo.

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