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Porto Alegre, segunda-feira, 06 de abril de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre, segunda-feira, 06 de abril de 2020.
06/04/2020 - 18h16min.
Alterada em 06/04 às 18h19min
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Roubo e furto de veículos não caem no Brasil, apesar da quarentena

Ruas mais vazias não foram suficientes para evitar o aumento de ocorrências com carros de passeio

Ruas mais vazias não foram suficientes para evitar o aumento de ocorrências com carros de passeio


MARCO QUINTANA/JC
Mesmo com a menor circulação nas ruas e estradas nacionais, devido à quarentena causada pela pandemia do coronavírus, os casos de roubo e furto de veículos não diminuíram - pelo contrário. É o que aponta o Grupo Tracker, maior empresa de rastreamento e localização de veículos do Brasil, que registrou alta de 7,65% no número geral de chamados de roubo e furto nas duas últimas semanas de março (do dia 15 ao 28), em comparação às duas primeiras semanas do mês passado (dias 1 a 14).
Mesmo com a menor circulação nas ruas e estradas nacionais, devido à quarentena causada pela pandemia do coronavírus, os casos de roubo e furto de veículos não diminuíram - pelo contrário. É o que aponta o Grupo Tracker, maior empresa de rastreamento e localização de veículos do Brasil, que registrou alta de 7,65% no número geral de chamados de roubo e furto nas duas últimas semanas de março (do dia 15 ao 28), em comparação às duas primeiras semanas do mês passado (dias 1 a 14).
Tal índice considera todos os segmentos: veículos leves, pesados e motocicletas, em todo o País. Dividindo por categoria, as ocorrências com carros, picapes e utilitários-esportivos cresceram 14,5%, os casos envolvendo motocicletas tiveram queda de 12,5% e os eventos com veículos pesados reduziram 7,1%.
“Apesar da ligeira queda, somente no dia 27 de março a nossa central recebeu cinco chamados de roubos e furtos de caminhões e carretas - todos recuperados, o que evitou um prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos nossos clientes”, conta Vitor Correa, coordenador de operações do Grupo Tracker. Segundo o especialista, nas próximas semanas será possível avaliar se os criminosos estão mudando a forma de atuar e cometendo mais delitos que envolvem cargas.
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Vinicius Ferlauto
Vinicius Ferlauto
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