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Porto Alegre, terça-feira, 12 de março de 2019.
Dia do Bibliotecário.

Jornal do Comércio

Jornal da Lei

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Edição impressa de 12/03/2019. Alterada em 12/03 às 01h00min

A linha do tempo da investigação

14 de março de 2018

Marielle Franco sai da Lapa, onde mediou um debate com jovens negras, por volta das 21h. Imediatamente, passa a ser seguida por pelo menos um veículo. Por volta das 21h30min, já no Estácio, o carro de Marielle é atingido por 13 disparos. A vereadora e o motorista, Anderson Pedro Gomes, morrem no local.

16 de março

Surgem as primeiras informações sobre o crime. Um Cobalt com placa de Nova Iguaçu (RJ) aparece em imagens como provável perseguidor, e a munição utilizada no assassinato é identificada como de um lote vendido à Polícia Federal em 2006. Também é divulgado que o ex-vereador Cristiano Girão, condenado por ligações com milícias, esteve na Câmara de Vereadores dias antes da morte da parlamentar.

21 de março

A investigação recebe o reforço de cinco promotores, a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro. A polícia encontra dificuldades no uso de imagens na investigação, já que cinco das 11 câmeras da prefeitura no trajeto estavam desligadas.

29 de março

O secretário de segurança do Rio de Janeiro, general Richard Nunes, afirma pela primeira vez que as investigações apontam para um crime político.

2 de abril

Em mais de 150 cidades de pelo menos 15 países, são promovidas manifestações exigindo a elucidação do crime. O grito "Marielle, presente!" ganha projeção mundial.

3 de abril

É descartada a federalização do caso, e o Ministério Público mantém a investigação sobre a morte de Marielle na esfera estadual.

13 de abril

A Anistia Internacional publica documento cobrando das autoridades brasileiras a elucidação do caso.

14 de abril

Nova série de protestos marca o primeiro mês sem uma solução para o assassinato de Marielle.

Maio

Um delator, cujo nome não é revelado pela polícia, indica possíveis envolvidos no crime. O líder de milicianos Orlando Oliveira de Araújo, vulgo Orlando da Curicica, e o vereador Marcello Siciliano (PHS) estão entre os nomes mencionados. Ocorridas em abril, as mortes de Alexandre Pereira, ex-assessor de Siciliano, e do policial militar reformado Anderson Claudio da Silva seriam queima de arquivo do caso Marielle, segundo o delator.

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