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Rodovias

- Publicada em 15h31min, 22/07/2021.

Começam obras de nova passarela na RS-118, na Região Metropolitana

No total, serão seis passarelas ao longo da estrada duplicada

No total, serão seis passarelas ao longo da estrada duplicada


selt/divulgação/jc
Mais uma passarela para pedestres começou a ser construída na RS-118, na Região Metropolitana de Porto Alegre. As obras da segunda estrutura prevista no trecho duplicado da rodovia tiveram início esta semana no km 10,4 - no limite entre Cachoeirinha e Gravataí.
Mais uma passarela para pedestres começou a ser construída na RS-118, na Região Metropolitana de Porto Alegre. As obras da segunda estrutura prevista no trecho duplicado da rodovia tiveram início esta semana no km 10,4 - no limite entre Cachoeirinha e Gravataí.
A passarela terá 6,5 metros de altura por 2,6 metros de largura interna. Os pilares serão de concreto armado e a travessia de metal, com cobertura de telhas metálicas e telas de proteção nas laterais. O prazo de conclusão da obra é de seis meses.
"Estamos investindo R$ 3,3 milhões em recursos do Tesouro do Estado para garantir a segurança dos pedestres que precisam atravessar este trecho da 118", ressaltou o secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, durante vistoria às obras.
"Após concluirmos a tão esperada duplicação, seguimos qualificando essa importante rodovia, que já está trazendo inúmeros benefícios para a mobilidade e a atração de grandes empresas ao Rio Grande do Sul", destacou.
A primeira passarela começou a ser construída há duas semanas no km 5,1, em Sapucaia do Sul. O contrato tem valor de R$ 3,8 milhões e prazo de conclusão até o fim deste ano.
"No total, construiremos seis passarelas ao longo dos 21,5 quilômetros duplicados entre Sapucaia e Gravataí", afirma o diretor-geral do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), Luciano Faustino. "As outras quatro estruturas estão em fase de projeto, sendo que uma delas encontra-se em estágio avançado, prestes a ser licitada", sinaliza.
Todas as seis passarelas obedecerão às normas de acessibilidade, com rampas de acesso iluminadas e guarda-corpos.

RS-403 tem mais 4 km pavimentados em Cachoeira do Sul

A pavimentação de uma das principais estradas do Vale do Rio Pardo está cada vez mais próxima de ser entregue à comunidade. O governo do Estado concluiu este mês o asfalto de mais quatro quilômetros da RS-403, em Cachoeira do Sul.
O aporte na obra é de R$ 24,5 milhões. De acordo com o diretor-geral do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), Luciano Faustino, as intervenções na ERS-403 vão além da implantação do asfalto.
“Estamos realizando outras ações para melhorar a trafegabilidade na via, como a pintura da pista e a implantação de placas de sinalização e de tachas e tachões, que contribuem com a redução da velocidade”, explica o dirigente.
O segmento já pavimentado da RS-403 também foi beneficiado pelos recursos destinados a obras na malha rodoviária gaúcha. Aproximadamente R$ 1,5 milhão está sendo aplicado na manutenção de 18,3 quilômetros a partir do início da rodovia - no entroncamento com a BRS-471, em Rio Pardo.
“O trabalho no trecho iniciou na primeira quinzena deste mês e deve encerrar no final de agosto, se as condições climáticas forem favoráveis”, estima Faustino.
 
 
Perto dali, mais obras. O escoamento da produção agrícola do Vale do Rio Pardo em direção ao Porto do Rio Grande será beneficiada com uma série de melhorias na RSC-471, no trecho entre a localidade de Coronel Prestes, em Encruzilhada do Sul, e o entroncamento com a BRS-392, em Canguçu. Com conclusão prevista para o final deste mês, as obras nos 59,89 quilômetros contam com aporte de R$ 4,7 milhões do governo do Estado.
Segundo Faustino, do Daer, as atividades na rodovia tiveram início em maio e foram intensificadas a partir dos recursos anunciados no Plano de Obras. “Realizamos uma série de serviços para melhorar a trafegabilidade, desde tapa-buracos ao recapeamento, que é a substituição do asfalto danificado”, explica.
Está prevista, ainda, a manutenção das pontes sobre o Arroio Santo Antônio e os rios Abranjo e Camaquã e dos viadutos da BRS-392 e da Várzea do Rio Abranjo
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