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Porto Alegre, sexta-feira, 13 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

JC Logística

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aviação

Edição impressa de 13/09/2019. Alterada em 13/09 às 12h02min

Anac autoriza mais uma empresa aérea de baixo custo a operar no País

Além da JetSmart, outras quatro companhias vieram para o Brasil

Além da JetSmart, outras quatro companhias vieram para o Brasil


JETSMART/DIVULGAÇÃO/JC
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou a entrada da companhia aérea JetSmart no País. A empresa, de baixo custo (low cost), pertence ao fundo norte-americano Índigo Partners. De acordo com a agência, a JetSmart pretende iniciar a operação de rotas internacionais entre o Chile e o Brasil.
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou a entrada da companhia aérea JetSmart no País. A empresa, de baixo custo (low cost), pertence ao fundo norte-americano Índigo Partners. De acordo com a agência, a JetSmart pretende iniciar a operação de rotas internacionais entre o Chile e o Brasil.
A aprovação diz respeito à subsidiária chilena da empresa. Antes, no final de agosto, a Anac já havia aprovado a autorização para a subsidiária argentina da empresa operar voos entre o Brasil e a Argentina.
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"Além da JetSmart, outras quatro empresas de baixo custo vieram para o País desde a abertura de mercado com a desregulação da franquia de bagagem despachada, sendo que três empresas estrangeiras já ofertam passagens: a chilena Sky Airlines (partindo de Santiago para o Rio de Janeiro/RJ e para Guarulhos/SP desde novembro/2018); a europeia Norwegian (com a rota Londres-Galeão desde maio de 2019); e a argentina Flybondi (ofertando voos da Argentina para o Galeão e para Florianópolis com início a partir de outubro de 2019)", informou a Anac.
Pela regra atual, os passageiros podem levar até 10 quilos como bagagem de mão. A volta da franquia de bagagens chegou a ser aprovada pelo Congresso Nacional, mas foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. O veto ao trecho que recriou a franquia de bagagens, determinando o limite de 23 kg como despacho gratuito de bagagem para aviões com capacidade de mais de 31 lugares ainda não foi apreciado pelo Congresso Nacional.
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