Porto Alegre, quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020.

Jornal do Comércio

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Tributos

Alterada em 20/02 às 11h27min

Arrecadação é recorde para janeiro e soma R$ 174,991 bilhões

Aumento real é de de 4,69% na comparação com o primeiro mês do ano passado, segundo a Receita

Aumento real é de de 4,69% na comparação com o primeiro mês do ano passado, segundo a Receita


JOEL SANTANA/PIXABAY/DIVULGAÇÃO/JC
O governo começou 2020 com recorde na arrecadação de tributos federais. Em janeiro, a arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 174,991 bilhões, um aumento real (já descontada a inflação) de 4,69% na comparação com o primeiro mês de 2019. O valor arrecadado no ano passado foi o melhor da história para o mês, de acordo com a Receita Federal.
O governo começou 2020 com recorde na arrecadação de tributos federais. Em janeiro, a arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 174,991 bilhões, um aumento real (já descontada a inflação) de 4,69% na comparação com o primeiro mês de 2019. O valor arrecadado no ano passado foi o melhor da história para o mês, de acordo com a Receita Federal.
Nem o mais otimista dos analistas do mercado financeiro previu uma arrecadação tão forte no primeiro mês de 2020.
O resultado de janeiro superou o teto das expectativas de 23 instituições ouvidas pelo Projeções Broadcast. O intervalo ia de R$ 122,440 bilhões a R$ 174,700 bilhões, com mediana de R$ 167,500 bilhões.
Fatores
De acordo com a Receita Federal, a alta tem relação com o crescimento de 16,45% na arrecadação do IRPJ/CSLL e de arrecadação atípicas de R$ 2,8 bilhões, além do aumento da arrecadação do Imposto de Renda Pessoa Física relacionado ao ganho de capital e ganhos líquidos de operações em bolsa.
Desonerações
As desonerações concedidas pelo governo resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 8,212 bilhões em janeiro de 2020, valor maior do que no mesmo mês de 2019, quando ficou em R$ 7,872 bilhões.
Só a desoneração da folha de pagamentos custou aos cofres federais R$ 860 milhões em janeiro.