Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 29 de maio de 2019.
Dia Mundial da Energia. Dia do Estatístico. Dia do Geógrafo.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

COMENTAR | CORRIGIR

Finanças

Edição impressa de 29/05/2019. Alterada em 29/05 às 03h00min

Maioria dos brasileiros depende do INSS para aposentadoria

Apenas 16% dos colaboradores ouvidos conseguem pagar suas contas com o remuneração mensal

Apenas 16% dos colaboradores ouvidos conseguem pagar suas contas com o remuneração mensal


FREEPIK.COM/DIVULGAÇÃO/JC
Com o objetivo de mostrar a importância da educação financeira nas empresas, a Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), realizou uma pesquisa sobre a saúde financeira dos trabalhadores brasileiros. De acordo com o levantamento, 81% dos trabalhadores brasileiros dependem exclusivamente do INSS para a futura aposentadoria, enquanto apenas 19% possuem planejamento para alcançar os seus objetivos.
Em parceria com a Unicamp e o Instituto Axxus foram entrevistados 2 mil funcionários de cem empresas, dos mais diferentes níveis hierárquicos, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amazonas e Distrito Federal.
A pesquisa revela ainda que apenas 16% dos colaboradores ouvidos são capacitados financeiramente, ou seja, conseguem pagar suas contas com o remuneração mensal e planejam seus gastos com antecedência. Por outro lado, 84% dos entrevistados enfrentam dificuldades para lidar com o dinheiro, sofrem prejuízos ou não entendem de finanças. Essa soma de fatores pode levar ao endividamento e, na maioria das vezes, essas dívidas impactam diretamente no rendimento do trabalhador.
"Os dados são realmente preocupantes, visto que estamos diante de uma iminente reforma da Previdência Social, onde o trabalhador terá que contribuir por um período maior e apenas o dinheiro do governo não será suficiente", explica o presidente da Abefin, Reinaldo Domingos.
De acordo com ele, é preciso educar financeiramente os trabalhadores com urgência para que eles tenham mais sustentabilidade financeira no futuro. "Além disso, o ganho também é para as empresas, já que uma pessoa saudável financeiramente é muito mais produtiva, assim as empresas devem se precaver implementando a educação financeira como um benefício aos seus colaboradores", alega.
Por isso, a educação financeira deve ser tratada como parte da responsabilidade social da empresa, beneficiando funcionários, familiares, comunidade e a própria empresa. De acordo com a Abefin, a implementação de um programa de educação financeira na empresa propicia uma estrutura de apoio, amparo e instrução para os colaboradores. Com esse suporte, o profissional aprende a administrar os recursos financeiros que passam por suas mãos e a respeitar o limite de seu padrão de vida.
Ao elaborar um orçamento financeiro que leve à conquista de seus sonhos, o profissional aprende a equilibrar as finanças e mudar seus hábitos e comportamentos, consumindo de forma mais consciente. 
O departamento de Recursos Humanos deve fazer esse trabalho, combatendo a causa para diminuir os efeitos. Para isso, os colaboradores precisam passar por uma mudança de hábitos, costumes e comportamento em relação ao uso do dinheiro.
 
leia mais notícias de Contabilidade
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia