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Leitura

- Publicada em 11/10/2021 às 03h00min.

Liderança

48 leis do poder

48 leis do poder


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Esta é a edição definitiva, em capa dura, deste clássico sobre poder e liderança. Todos querem ter poder, mas poucos sabem o que fazer para alcançá-lo. Como conseguir aquela promoção esperada? O que fazer para conquistar a admiração dos colegas e neutralizar quem tenta derrubá-lo? Em As 48 leis do Poder, de Robert Greene, o leitor aprende a manipular pessoas e situações para alcançar seus objetivos.

Esta é a edição definitiva, em capa dura, deste clássico sobre poder e liderança. Todos querem ter poder, mas poucos sabem o que fazer para alcançá-lo. Como conseguir aquela promoção esperada? O que fazer para conquistar a admiração dos colegas e neutralizar quem tenta derrubá-lo? Em As 48 leis do Poder, de Robert Greene, o leitor aprende a manipular pessoas e situações para alcançar seus objetivos.

"Faça com que seus mestres pareçam mais brilhantes do que são na realidade e você alcançará o ápice do poder", diz Greene, no capítulo "Não ofusque o brilho do mestre". "Não se comprometa com ninguém", "Banque o amigo, aja como espião" e "Aniquile totalmente o inimigo" são algumas das demais leis analisadas pelo autor. Além de oferecer o "caminho das pedras", ele cita casos de sucesso e de fracasso revelados à luz de suas regras.

Greene recorre a fábulas e a episódios da História. O leitor mergulha nos ensinamentos de estrategistas como Sun-Tsu, estadistas como Bismarck, sedutores como Casanova, filósofos como Nietzsche, escritores como Balzac e diplomatas como Maquiavel. Os textos abarcam um período de mais de três mil anos, e o resultado, segundo o autor, é uma espécie de "manual das artes da dissimulação", porque "a habilidade de dominar as emoções é o fundamento básico do poder". "Se o jogo do poder é inevitável, vale mais ser um artista do que negar ou agir desastradamente", define o autor.

As 48 leis do poder; Robert Greene; Editora Rocco; 544 páginas; R$ 84,90; disponível em versão digital.

Carreira

Como chegar lá
Como chegar lá
//DIVULGAÇÃO/JC

Quando o jovem Stephen Schwarzman sugeriu ao pai que abrisse filiais da loja de cortinas e lençóis da família, sua ideia foi recebida com certa descrença. Por que fazer isso se o seu pai já tinha uma casa, dois carros e uma vida feliz?

Stephen sonhava ser um empreendedor. Em 1985, com 400 mil dólares, abriu a Blackstone, uma empresa de investimentos. Em 2019, a empresa alcançou a marca de 500 bilhões de dólares em ativos.

Quais os caminhos para tanto sucesso?

É o que Stephen Schwarzman explica em Como Chegar Lá. Ele reúne conselhos que transmitia a chefes de Estado, grandes executivos ou a seu círculo pessoal. Ao longo do livro, enquanto narra episódios marcantes da sua vida, o autor oferece várias lições, como: relacionar-se é fundamental; quando encontrar alguém, fale dos problemas da pessoa, não dos seus; mais do que ganhar dinheiro, evite a todo custo perdê-lo; quando estiver procurando os primeiros empregos da sua carreira, preocupe-se apenas com a curva de aprendizado, não com prestígio.

Para empreendedores, profissionais de alto desempenho, estudantes ambiciosos ou líderes de qualquer área, esse livro é uma oportunidade que não se deve desperdiçar. Nos negócios ou na filantropia, a pergunta é sempre a mesma: como causar o máximo impacto e transformar a vida da maior quantidade de pessoas?

Como chegar lá; Stephen Schwarzman; Editora Intrínseca; 352 páginas; R$ 69,90; disponível em versão digital.

Conexão

Solidão
Solidão
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Mesmo antes da pandemia submeter as pessoas ao distanciamento social, a solidão já vinha se estabelecendo como condição definidora do século XXI. Os laços estão se desfazendo, colocando sob ameaça relacionamentos pessoais. Os culpados e causadores dessa realidade são a tecnologia, o desmantelamento das instituições civis, a reorganização radical do local de trabalho, a migração e décadas de políticas que puseram o interesse próprio acima do coletivo.

Conforme a autora, Noreena Hertz, O Século da Solidão não é apenas sobre a dor emocional que chamamos de solidão, mas principalmente sobre a fragmentação da comunidade. A obra combina uma década de pesquisa com reportagens que demonstram como a solidão, remodelada pela globalização, pela urbanização, pela revolução tecnológica e mais recentemente pelo coronavírus, prejudica nossa saúde, nossa qualidade de vida e nossa felicidade.

Considerando que a maneira como vivemos hoje é profundamente atomizada, fazendo com que muitas das conexões humanas mais profundas estejam escassas, O Século da Solidão oferece soluções que vão desde uma nova concepção e usos diferentes da inteligência artificial a modelos inovadores de vida urbana e outras maneiras de revigorar as cidades que habitamos. Hertz apresenta uma visão esperançosa e fortalecedora de como curar comunidades fragmentadas e restaurar a conexão em nossa vida.

O século da solidão; Noreena Hertz; Editora Record; 462 páginas; R$ 89,90; disponível em versão digital.

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