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Empresas & Negócios

- Publicada em 26 de Julho de 2021 às 03:00

O papel das empresas na redução da desigualdade social

Um dos assuntos que vem compondo a pauta da gestão de negócios nos últimos tempos é a abordagem ESG. As letras vêm da sigla em inglês para as palavras environmental, social and governance, que em português podem ser traduzidas como "ambiental, social e governança".
Um dos assuntos que vem compondo a pauta da gestão de negócios nos últimos tempos é a abordagem ESG. As letras vêm da sigla em inglês para as palavras environmental, social and governance, que em português podem ser traduzidas como "ambiental, social e governança".
Apesar de estar em discussão há tempos, o tema tem ganhado destaque em um cenário em que a sociedade valoriza as empresas que respeitam o meio ambiente, as pessoas e uma boa gestão.
Pesquisas têm mostrado que organizações que seguem boas práticas ambientais, sociais e de governança são mais estáveis e desempenham um papel fundamental no desenvolvimento sustentável.
Nesse contexto, investidores também passaram a olhar para esses critérios na hora de decidir onde colocar seu dinheiro. Negócios que procuram reduzir os impactos negativos ao meio ambiente, atuando de forma sustentável e adotando as melhores práticas administrativas, podem trazer mais lucratividade no longo prazo.
Meio ambiente é uma questão urgente e tem sido foco de muita atenção das empresas. A questão da governança também vem sendo aprimorada. Mas no quesito social, também se tem muito a fazer. É um tema atual, e o nosso país precisa aprimorar seu papel no combate as desigualdades sociais.
Se tomarmos o objetivo de desenvolvimento sustentável da ONU (ODS) que considera a redução das desigualdades, a Fundação O Pão dos Pobres vem oportunizando para as pessoas mais vulneráveis possibilidades para elevação de qualidade de vida, tanto nos cursos para os jovens quanto no Serviço de Acolhimento para as crianças e adolescentes. Assim, contribuímos, ao lado das empresas, para melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil.
O Programa Jovem Aprendiz pode ser considerado uma iniciativa alinhada aos princípios do Pacto Global da ONU, utilizado como referência para avaliar ESG nas empresas. Ao garantir o cumprimento da Lei da Aprendizagem, se transforma o Jovem Aprendiz em um programa de alto impacto positivo para a sociedade.
A forma como a empresa contribui para os aspectos sociais está interligada com a confiança que a sociedade passa a ter nas instituições. Vai além da questão do lucro. Tem a ver com as comunidades com as quais ela se relaciona, melhorando o acesso a treinamento, tecnologia, educação, tudo que vai fazer com que esses grupos tenham maior acesso a empregos em geral e à riqueza da sociedade.
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